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Atenção com os riscos do colesterol

Os altos níveis de gordura no sangue podem desencadear o surgimento de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame, responsáveis por 310 mil mortes anuais no país.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 43 milhões de crianças em idade pré-escolar sofrem de obesidade ou sobrepeso, um dos indícios de que o colesterol pode estar elevado. Além disso, pesquisadores constataram que, de duas mil pessoas entrevistadas entre 5 e 20 anos, 53% deles apresentaram excesso de gordura no sangue.

Esse cenário é preocupante devido às altas taxas de mortalidade causadas pelas doenças cardiovasculares. Boa parte desses eventos está relacionada ao excesso de colesterol no sangue, que é produzido pelo próprio organismo e também quando as pessoas ingerem alimentos gordurosos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 30% da população brasileira apresenta níveis elevados de colesterol.

Atenção à quantidade de colesterol ingerida nos alimentos. Embora o colesterol elevado possa estar associado a maus hábitos de vida, existem casos de pessoas com predisposição genética, cujo cuidado deve ser redobrado. Cerca de 60% do colesterol é ’fabricado’ pelo próprio organismo e outros 40% vêm da alimentação. O ideal é ingerir a cada dia de 200 mg a 300 mg de colesterol. Em um bife de frango (100 g), por exemplo, existem 52 mg de colesterol, em um bife de picanha (100 g) são 100 mg de colesterol, enquanto em um copo de leite integral (200 ml) são 28 mg de colesterol.

Apesar de o colesterol ser uma substância necessária ao organismo, desempenhando funções como transporte de gordura, manutenção das células, fabricação de hormônios e vitamina D, o excesso que não foi eliminado pelo fígado forma placas de gordura que pode “entupir” essas artérias e dificultar a passagem do sangue. Esse entupimento é chamado aterosclerose, podendo levar ao infarto ou ao Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Para isso, as pessoas que tenham baixo risco cardíaco, a partir da orientação médica, devem manter o LDL (colesterol ruim) inferior a 160. Mas se tiverem risco médio, calculado pelo médico com base na idade, colesterol, pressão arterial, ser ou não fumante além de levar em conta a síndrome metabólica e alguns outros fatores de risco, o LDL não deve chegar a 130. Já para pacientes com elevado risco calculado ou diabetes mellitus, é necessário manter o LDL menor do que 100, enquanto para pessoas que já sofreram infarto ou AVC do tipo isquêmico, ou seja, derrame, ou têm aterosclerose, o LDL não pode passar de 70.

A melhor forma de obter o índice de colesterol é o exame de sangue, enquanto a forma mais eficaz de manter a saúde em dia é se conscientizar de que o caminho é adotar hábitos saudáveis para garantir a longevidade. Para baixar o índice dessa gordura no sangue, são necessárias mudanças nos hábitos alimentares, prática de atividade física, abandono do cigarro, controle do colesterol, triglicérides, bem como a controlar também a hipertensão arterial e diabetes.

Atenção com os riscos do colesterol

Os altos níveis de gordura no sangue podem desencadear o surgimento de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame, responsáveis por 310 mil mortes anuais no país.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 43 milhões de crianças em idade pré-escolar sofrem de obesidade ou sobrepeso, um dos indícios de que o colesterol pode estar elevado. Além disso, pesquisadores constataram que, de duas mil pessoas entrevistadas entre 5 e 20 anos, 53% deles apresentaram excesso de gordura no sangue.

Esse cenário é preocupante devido às altas taxas de mortalidade causadas pelas doenças cardiovasculares. Boa parte desses eventos está relacionada ao excesso de colesterol no sangue, que é produzido pelo próprio organismo e também quando as pessoas ingerem

alimentos gordurosos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 30% da população brasileira apresenta níveis elevados de colesterol.

Atenção à quantidade de colesterol ingerida nos alimentos. Embora o colesterol elevado possa estar associado a maus hábitos de vida, existem casos de pessoas com predisposição genética, cujo cuidado deve ser redobrado. Cerca de 60% do colesterol é ’fabricado’ pelo próprio organismo e outros 40% vêm da alimentação. O ideal é ingerir a cada dia de 200 mg a 300 mg de colesterol. Em um bife de frango (100 g), por exemplo, existem 52 mg de colesterol, em um bife de picanha (100 g) são 100 mg de colesterol, enquanto em um copo de leite integral (200 ml) são 28 mg de colesterol.

Apesar de o colesterol ser uma substância necessária ao organismo, desempenhando funções como transporte de gordura, manutenção das células, fabricação de hormônios e vitamina D, o excesso que não foi eliminado pelo fígado forma placas de gordura que pode “entupir” essas artérias e dificultar a passagem do sangue. Esse entupimento é chamado aterosclerose, podendo levar ao infarto ou ao Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Para isso, as pessoas que tenham baixo risco cardíaco, a partir da orientação médica, devem manter o LDL (colesterol ruim) inferior a 160. Mas se tiverem risco médio, calculado pelo médico com base na idade, colesterol, pressão arterial, ser ou não fumante além de levar em conta a síndrome metabólica e alguns outros fatores de risco, o LDL não deve chegar a 130. Já para pacientes com elevado risco calculado ou diabetes mellitus, é necessário manter o LDL menor do que 100, enquanto para pessoas que já sofreram infarto ou AVC do tipo isquêmico, ou seja, derrame, ou têm aterosclerose, o LDL não pode passar de 70.

A melhor forma de obter o índice de colesterol é o exame de sangue, enquanto a forma mais eficaz de manter a saúde em dia é se conscientizar de que o caminho é adotar hábitos saudáveis para garantir a longevidade. Para baixar o índice dessa gordura no sangue, são necessárias mudanças nos hábitos alimentares, prática de atividade física, abandono do cigarro, controle do colesterol, triglicérides, bem como a controlar também a hipertensão arterial e diabetes.

Atenção com os riscos do colesterol

Os altos níveis de gordura no sangue podem desencadear o surgimento de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame, responsáveis por 310 mil mortes anuais no país.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 43 milhões de crianças em idade pré-escolar sofrem de obesidade ou sobrepeso, um dos indícios de que o colesterol pode estar elevado. Além disso, pesquisadores constataram que, de duas mil pessoas entrevistadas entre 5 e 20 anos, 53% deles apresentaram excesso de gordura no sangue.

Esse cenário é preocupante devido às altas taxas de mortalidade causadas pelas doenças cardiovasculares. Boa parte desses eventos está relacionada ao excesso de colesterol no sangue, que é produzido pelo próprio organismo e também quando as pessoas ingerem
alimentos gordurosos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 30% da população brasileira apresenta níveis elevados de colesterol.

Atenção à quantidade de colesterol ingerida nos alimentos. Embora o colesterol elevado possa estar associado a maus hábitos de vida, existem casos de pessoas com predisposição genética, cujo cuidado deve ser redobrado. Cerca de 60% do colesterol é ’fabricado’ pelo próprio organismo e outros 40% vêm da alimentação. O ideal é ingerir a cada dia de 200 mg a 300 mg de colesterol. Em um bife de frango (100 g), por exemplo, existem 52 mg de colesterol, em um bife de picanha (100 g) são 100 mg de
colesterol, enquanto em um copo de leite integral (200 ml) são 28 mg de colesterol.

Apesar de o colesterol ser uma substância necessária ao organismo, desempenhando funções como transporte de gordura, manutenção das células, fabricação de hormônios e vitamina D, o excesso que não foi eliminado pelo fígado forma placas de gordura que pode “entupir” essas artérias e dificultar a passagem do sangue. Esse entupimento é chamado aterosclerose, podendo levar ao infarto ou ao Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Para isso, as pessoas que tenham baixo risco cardíaco, a partir da orientação médica, devem manter o LDL (colesterol ruim) inferior a 160. Mas se tiverem risco médio, calculado pelo médico com base na idade, colesterol, pressão arterial, ser ou não fumante além de levar em conta a síndrome metabólica e alguns outros fatores de risco, o LDL não deve chegar a 130. Já para pacientes com elevado risco calculado ou diabetes mellitus, é necessário manter o LDL menor do que 100, enquanto para pessoas que já sofreram infarto ou AVC do tipo isquêmico, ou seja, derrame, ou têm aterosclerose, o LDL não pode passar de 70.

A melhor forma de obter o índice de colesterol é o exame de sangue, enquanto a forma mais eficaz de manter a saúde em dia é se conscientizar de que o caminho é adotar hábitos saudáveis para garantir a longevidade. Para baixar o índice dessa gordura no sangue, são necessárias mudanças nos hábitos alimentares, prática de atividade física, abandono do cigarro, controle do colesterol, triglicérides, bem como a controlar também a hipertensão arterial e diabetes.

Dia 5 de agosto – Dia Nacional da Saúde!

No dia 5 de Agosto, o Brasil celebra o Dia Nacional da Saúde. Foi escolhida essa data em homenagem ao médico Oswaldo Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872.

Oswaldo Cruz ingressou na faculdade de medicina aos 15 anos, e quatros mais tarde, especializou-se em bacteriologia pelo Instituto Pasteur de Paris. Em 1903, foi nomeado Diretor-Geral de Saúde Pública, cargo equivalente a Ministro da Saúde. Durante o período que atuou na saúde pública, Oswaldo Cruz lutou contra a febre amarela, a peste bubônica e a varíola.

Sua gestão ficou conhecida por conta da Revolta da Vacina, ocorrida em 1904. A população manifestou-se contra a obrigatoriedade da vacina antivaríola, porém quatro anos depois devido à epidemia da doença, o povo foi em peso aos postos de saúde e reconheceu o valor do médico.

A data de seu aniversário, portanto, deve ser comemorada com atitudes saudáveis e conscientização política também, afinal, o governo é quem responde pela saúde pública e cuida de questões fundamentais para que a população viva em um ambiente adequado: com saneamento básico, coleta de lixo e manutenção de áreas verdes.

Fonte: Phillips

Substância Mefedrona é proibida pela Anvisa

A diretoria da Anvisa decidiu incluir a Mefedrona na lista de substâncias proscritas, portanto sua venda passa a ser proibida no país. A medida entra em vigor a partir de sua publicação no Diário Oficial da União (DOU), o que deve acontecer nos próximos dias. A decisão foi tomada na terça-feira (2/8), assim que a Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa estiver publicada no DOU, a comercialização da Mefedrona passará a ser crime, com o mesmo tratamento dispensado às outras drogas ilícitas.

O anúncio das novas regras para a Mefedrona foi feito durante a reunião semanal da Diretoria Colegiada da Anvisa na tarde desta terça-feira (2/8). A decisão partiu de entendimentos mantidos entre a Anvisa e a Polícia Federal.

A Mefedrona vinha sendo utilizada para a produção de uma droga sintética, capaz de provocar euforia, hipertensão e delírios, além de levar seus usuários à condição de dependentes químicos em curto espaço de tempo.

Pelos dados da Polícia Federal, a nova droga sintética produzia nos dependentes químicos os mesmos efeitos da cocaína e do ecstasy.

Controle

O combate ao uso de drogas envolve uma série de ações que vão desde a repressão ao uso indevido até o tratamento, a recuperação e a reinserção social de dependentes.

As autoridades de saúde estão envolvidas nesse processo por meio do controle da comercialização, inclusive por meio da proibição, o que se faz, por exemplo, através das atualizações da Portaria 344/98 pela Anvisa.

Outra ação da Agência para colaborar com a política de governo de enfrentamento da dependência química foi uma resolução que modificou os requisitos de segurança sanitária das comunidades terapêuticas.

As comunidades terapêuticas prestam serviços de atenção às pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de substâncias psicoativas, em regime de residência.

 

Fonte: Anvisa

ANS divulga lista de novos procedimentos obrigatórios para planos de saúde

ANS

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) publicou nesta terça-feira, dia 02, uma resolução que amplia a lista de cobertura assistencial obrigatória para os planos de saúde. Os convênios terão que custear, a partir de 1o de janeiro de 2012, cerca de 60 novos procedimentos – entre eles, cirurgia de redução de estômago via laparoscopia, terapia ocupacional e a tomografia especial “PET Scan”, usada no diagnóstico de câncer.

A resolução publicada no “Diário Oficial da União” atualiza o “Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde”, referência básica para cobertura assistencial mínima nos planos de saúde contratados a partir de 1º de janeiro de 1999.

A revisão do rol, segundo a ANS, teve a participação de representantes de órgãos de defesa do consumidor, dos convênios e de conselhos profissionais, entre outros. A consulta pública sobre a nova lista recebeu 6.522 contribuições – 70% delas de consumidores – em pouco mais de um mês.

A revisão da lista também excluiu cinco procedimentos antes previstos. Três deles – paracentese do tímpano com anestesia geral, ressecção prostática e decay do reflexo estapédico – já estavam previstos na lista, com outros nomes.

A exérese de tumor de esclera foi removida por ser considerada um procedimento obsoleto e a embolização de artéria uterina, por faltar “evidência científica de seus benefícios à saúde”, já que não foi aprovada pela Comissão de Incorporação de Tecnologias do Ministério da Saúde.

Veja a lista completa no site: www.ans.gov.br

Fonte: Folha de S. Paulo

Campanha da Amamentação começa nesta segunda, dia 1º

Nas atividades da Semana Mundial da Amamentação (SMAM) deste ano, que acontece desta segunda (01) até domingo (07), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vão defender o apoio de todos para garantir às mães condições de amamentar seus filhos até os dois anos de idade, seguindo recomendação da Organização Mundial de Saúde.

Apesar do tempo médio do período de aleitamento materno no país ter aumentado um mês e meio, de 1999 a 2008, o Brasil ainda está em um patamar baixo. A OMS considera como ideal que 90% a 100% das crianças menores de seis meses tenham no aleitamento materno um alimento exclusivo. No Brasil, esse índice é de 41%.

Na campanha deste ano, o Ministério da Saúde e a SBP querem conscientizar a sociedade de que, apesar do aleitamento materno ser um ato natural, precisa de apoio de todos, da família, dos profissionais de saúde, empregadores, e, especialmente da mídia e dos formadores de opinião. A atriz Juliana Paes, que está amamentando seu filho Pedro, será a madrinha da SMAM.

A SMAM foi idealizada pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) e tem sido comemorada em 150 países com o propósito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. A comemoração da SMAM tem se mostrado um método efetivo de mobilização de todos os segmentos da sociedade em defesa da amamentação.

BENEFÍCIOS – O aleitamento materno é a mais antiga estratégia natural de vínculo, proteção e nutrição para a criança. Constitui a mais econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os seis meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão. Funciona como uma vacina, protegendo a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias.

Para as mães, o ato de amamentar ajuda na perda peso mais rapidamente após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia. Também reduz o risco de diabetes, de câncer de mama e de ovário.

 

Fonte: Ministério da Saúde

Nas atividades da Semana Mundial da Amamentação (SMAM) deste ano, que acontece desta segunda (01) até domingo (07), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vão defender o apoio de todos para garantir às mães condições de amamentar seus filhos até os dois anos de idade, seguindo recomendação da Organização Mundial de Saúde.

Apesar do tempo médio do período de aleitamento materno no país ter aumentado um mês e meio, de 1999 a 2008, o Brasil ainda está em um patamar baixo. A OMS considera como ideal que 90% a 100% das crianças menores de seis meses tenham no aleitamento materno um alimento exclusivo. No Brasil, esse índice é de 41%.

Na campanha deste ano, o Ministério da Saúde e a SBP querem conscientizar a sociedade de que, apesar do aleitamento materno ser um ato natural, precisa de apoio de todos, da família, dos profissionais de saúde, empregadores, e, especialmente da mídia e dos formadores de opinião. A atriz Juliana Paes, que está amamentando seu filho Pedro, será a madrinha da SMAM.

A SMAM foi idealizada pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) e tem sido comemorada em 150 países com o propósito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. A comemoração da SMAM tem se mostrado um método efetivo de mobilização de todos os segmentos da sociedade em defesa da amamentação.

BENEFÍCIOS – O aleitamento materno é a mais antiga estratégia natural de vínculo, proteção e nutrição para a criança. Constitui a mais econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os seis meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão. Funciona como uma vacina, protegendo a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias.

Para as mães, o ato de amamentar ajuda na perda peso mais rapidamente após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia. Também reduz o risco de diabetes, de câncer de mama e de ovário.

Fonte: Ministério da Saúde

Nas atividades da Semana Mundial da Amamentação (SMAM) deste ano, que acontece desta segunda (01) até domingo (07), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vão defender o apoio de todos para garantir às mães condições de amamentar seus filhos até os dois anos de idade, seguindo recomendação da Organização Mundial de Saúde.

 

Apesar do tempo médio do período de aleitamento materno no país ter aumentado um mês e meio, de 1999 a 2008, o Brasil ainda está em um patamar baixo. A OMS considera como ideal que 90% a 100% das crianças menores de seis meses tenham no aleitamento materno um alimento exclusivo. No Brasil, esse índice é de 41%.

 

Na campanha deste ano, o Ministério da Saúde e a SBP querem conscientizar a sociedade de que, apesar do aleitamento materno ser um ato natural, precisa de apoio de todos, da família, dos profissionais de saúde, empregadores, e, especialmente da mídia e dos formadores de opinião. A atriz Juliana Paes, que está amamentando seu filho Pedro, será a madrinha da SMAM.

 

A SMAM foi idealizada pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) e tem sido comemorada em 150 países com o propósito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. A comemoração da SMAM tem se mostrado um método efetivo de mobilização de todos os segmentos da sociedade em defesa da amamentação.

 

BENEFÍCIOS – O aleitamento materno é a mais antiga estratégia natural de vínculo, proteção e nutrição para a criança. Constitui a mais econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os seis meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão. Funciona como uma vacina, protegendo a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias.

 

Para as mães, o ato de amamentar ajuda na perda peso mais rapidamente após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia. Também reduz o risco de diabetes, de câncer de mama e de ovário.

 

Fonte: Ministério da Saúde

Câncer de Pele: tudo o que você precisa saber para prevenir

Em um país quente como Brasil, é comum que se passe muito tempo exposto ao sol e, muitas vezes, sem protetor solar. Esses são alguns dos fatores que explicam por que o câncer de pele é o tipo de câncer com maior incidência no País. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que apenas em 2010 surgiram cerca de 120 mil novos casos da doença.

O que fazer para reduzir essa estatística? O que é e como é possível se prevenir contra o câncer de pele?

 

 

O que é o câncer de pele?

O câncer de pele é, como todos os cânceres, o crescimento desordenado de células, mas que atinge a pele e, em alguns casos, pode se espalhar para outros órgãos do corpo.

Quais os tipos de câncer de pele?

Há três tipos principais: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e o melanoma. Embora menos frequente, o melanoma é o tipo mais agressivo, com tendência a se espalhar pelo corpo.

Quais os fatores que podem levar ao câncer de pele?

A exposição excessiva ao sol e a cor da pele. Isso explica a grande incidência nas áreas do corpo que ficam expostas ao sol e em pessoas de pele clara, que se queimam com facilidade e nunca se bronzeiam.

Há uma faixa etária a partir da qual a doença pode se manifestar?

Embora o câncer de pele seja mais comum em adultos, cerca de 75% da radiação solar recebida durante a vida ocorre nos primeiros 20 anos. Os estudos científicos mostram que a exposição excessiva ao sol, durante a infância e a adolescência, aumenta muito o risco de câncer de pele.

Qual o tratamento indicado?

O tratamento é cirúrgico na maioria das vezes. Em casos selecionados pode-se adotar outras medidas como eletrocauterização, aplicação de nitrogênio líquido, terapia fotodinâmica ou ainda radioterapia. A escolha terapêutica dependerá do tipo de câncer e do estágio ao diagnóstico. Quanto antes a lesão for abordada, maior a chance de cura e de se evitar a disseminação de células cancerosas para outros órgãos. Independentemente do tipo de tratamento que seja oferecido, o paciente deve ser enfaticamente aconselhado a diminuir qualquer futura exposição ao sol.

Como evitar a doença?

Os raios solares são mais intensos durante o período das 10 às 15h (das 11 às 16h no verão), horário em que a exposição solar deve ser evitada. Se precisar sair, o ideal é se proteger com roupas, chapéus e filtro solar com Fator de Proteção Solar (FPS) 30 ou mais, preferencialmente de alta cobertura para raios ultravioleta A e B (UVA e UVB).

Quais as chances de cura?

Felizmente, a grande maioria dos casos de câncer de pele com diagnóstico precoce e tratamento imediato pode ser curada. O índice de cura pode alcançar 98% dos casos iniciais. Entretanto, 25% dos casos não detectados precocemente são fatais. O autoexame contribui para o diagnóstico precoce. Ao surgimento de manchas/sinais novos ou mudança em pintas ou lesões pré-existentes, deve-se procurar o dermatologista.

Fonte: Maxpress

Unimed Ceará apoia iniciativa da Praça dos Estressados

No início de julho, a Unimed Ceará participou do Arraiá da Praça dos Estressados, famoso ponto de encontro de esportistas na Avenida Beira-Mar, em Fortaleza. A Unimed Ceará patrocinou o evento, que contou com um café da manhã para cerca 200 pessoas, distribuindo ainda a camisa oficial das caminhadas promovidas pelo grupo aos sábados pela manhã.

O Presidente da Unimed Ceará, Dr. Darival Bringel, prestigiou o evento ao lado da Presidente do Grupo dos Estressados, Claudia Gondim, e do vereador Acrísio Sena, atual presidente da Câmara Municipal de Fortaleza.

 

 

28 de julho – Dia Mundial da Luta Contra as Hepatites Virais

Cerca de 400 milhões de pessoas no mundo são portadoras do vírus da hepatite B (VHB) e aproximadamente 200 milhões estão infectadas pelo vírus da Hepatite C (VHC). No Brasil, estima-se que de 2 a 3 milhões de habitantes possuem o vírus da Hepatite C, sendo que menos de 5% destes sabem que são portadores e somente 10.000 em média são tratados por ano.

Nesta quinta-feira, dia 28, é lembrado o Dia Mundial da Luta Contra Hepatites Virais. A data serve para reforçar e conscientizar a população sobre a importância da, pois em alguns casos ela pode ser tratada e até evitada. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que aproximadamente 600 milhões de indivíduos no mundo sejam portadores crônicos das hepatites B (causada pelo vírus VHB) e C (causada pelo vírus VHC). Esses tipos de hepatites são responsáveis por mais de 80% dos casos de câncer primário do fígado (carcinoma hepatocelular) em todo o mundo. No Brasil, as estimativas apontam para um número entre 2 e 3 milhões de pessoas portadoras do vírus VHC, da hepatite C. No entanto, apenas cerca de 5% dos infectados sabe que estão com o vírus. Em média, somente 10.000 casos são tratados por ano no País.

A hepatite é toda e qualquer inflamação do fígado, podendo se desenvolver de várias formas. De acordo com o infectologista e ex-presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, Dr. Hamilton Bonilha, existem diversas formas de hepatite, sendo as mais conhecidas: A, B, C, D e E. “Destas, as hepatites B, C e D, podem evoluir para a forma crônica da doença”, explica o médico. De acordo com o especialista, cerca de 90% dos casos de infecção pelo vírus VHB evoluem para cura e de 5% a 10% dos pacientes persistem como portadores crônicos. Em relação ao vírus VHC, cerca de 90% dos pacientes evoluem para a forma crônica da doença, sendo que 20% a 30% podem desenvolver cirrose hepática.

Da hepatite ao câncer de fígado – O vírus VHC é o principal fator de risco para o carcinoma hepatocelular, aumentando o risco em 17 vezes. “As infecções crônicas pelo VHB e VHC são geralmente silenciosas e, quando o paciente começa a apresentar sintomas, na maioria dos casos, não se tem mais o que fazer, pois a doença já evoluiu para a fase de cirrose descompensada ou câncer hepático”, destaca Dr. Hamilton Bonilha. Segundo o infectologista, “entre 70% e 100% dos casos de câncer hepático se desenvolvem em fígados com cirrose”.

O carcinoma hepatocelular é a 5ª causa de câncer e a 3ª causa de morte por câncer no mundo, levando a 500 mil mortes por ano. Assim, segundo o infectologista, “as principais formas de prevenção para o câncer de fígado são evitar a infecção pelos vírus responsáveis pela hepatite, a vacinação e a detecção precoce das infecções por VHB e VHC”, reforça o infectologista. “Portanto, a conscientização sobre a importância de detectar o maior número possível de portadores do VHB e VHC, seja por meio de exames detalhados ou através de campanhas de rastreamento de portadores, com a realização de testes rápidos para esses vírus, é fundamental para minimizar o impacto relacionado às hepatites”, conclui o Dr. Hamilton Bonilha.

Recomendações para evitar as complicações da hepatite:

- Se você possui um dos fatores de risco para hepatite, consulte seu médico;

- Peça para seu médico que inclua os exames de detecção para o vírus B (AgHBs e anti-HBc) e para o vírus C (anti-HVC) entre seus exames de rotina. A detecção precoce favorece o controle ou a cura da doença;

-Verifique se você tomou a vacina contra a hepatite B. A vacinação não previne apenas a hepatite como também o câncer, já que a hepatite B é a principal causadora do câncer de fígado.

Fonte: Maxpress

Unimed do Nordeste do Ceará
Rua Raimundo Teófilo de Castro, 232 - Centro - Itapipoca
Telefones: (88) 3631-1303