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Unimed Ceará na Praça dos Estressados

A partir deste sábado, dia 03, a Unimed Ceará marca presença na Praça dos Estressados (Av. Beira-Mar) com a Blitz da Saúde. A atividade foi uma ideia do presidente da Unimed Ceará, Dr. Darival Bringel, e da Dona Claudia Gondim, presidente da Associação dos Estressados da Beira-Mar.

Atividades como aferição de pressão arterial e glicemia capilar, avaliação do IMC, orientação nutricional, dicas de saúde, alongamento e relaxamento farão parte da programação.

A Blitz acontecerá todos os sábados das 06h às 09h da manhã, com um enfermeiro da Coopen, contratado pela Unimed Ceará para realizar as atividades e oferecer dicas de saúde a quem passar pelo local.

 

Anvisa discute nesta quarta, dia 31, proibição dos inibidores de apetite

O controverso veto aos medicamentos inibidores de apetite será discutido
nesta quarta-feira na reunião da diretoria da Anvisa (Agência Nacional de
Vigilância Sanitária).

A proposta de banir o grupo das anfetaminas e derivados (femproporex,
anfepramona e mazindol) e da sibutramina ganhou força no último ano.
Encontrou, porém, forte resistência dos médicos, que ameaçam ir à Justiça
contra um veto da agência.

Uma nota técnica emitida pela Anvisa em fevereiro desaconselhou o uso dos
remédios. Efeitos colaterais sérios, falta de comprovação científica e perda
de peso insuficiente foram os argumentos.

Fonte: Folha.com

Anvisa adia decisão sobre proibição de remédios para emagrecer

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou hoje (31) a decisão sobre
o veto ao uso de remédios para emagrecer. Depois de uma reunião fechada, os diretores
decidiram deixar a votação do parecer técnico que trata da questão, para uma reunião aberta
ao público, com data ainda a ser definida.

O parecer técnico propõe banir os remédios à base de anfetamina (anfepramona, femproporex
e mazindol) e permite o uso da sibutramina com restrições. De acordo com nota divulgada pela
Anvisa, a sibutramina será recomendada para o tratamento de obesidade em pacientes com
Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30% e que não tenham doenças cardiovasculares.

O médico e os pacientes terão de assinar um termo de responsabilidade no caso da prescrição
do remédio. Os pacientes terão de ser avaliados a cada mês e o médico será obrigado a
notificar às autoridades de saúde qualquer reação adversa ao uso do medicamento.

A proposta inicial da Anvisa era retirar do mercado os medicamentos anfetamínicos e também
a sibutramina, a mais usada no país, por apresentarem riscos a saúde superiores aos
benefícios, como problemas cardíacos e alterações no sistema nervoso central.

Segundo a Anvisa, os técnicos decidiram manter a sibutramina, pois está comprovado que o
medicamento ajuda a reduzir o peso de 5% a 10% em um prazo de quatro semanas.

A ideia de fechar o cerco aos inibidores de apetite foi bombardeada pelas entidades médicas.
A Anvisa realizou dois grandes debates públicos, em que a proposta foi criticada pelos
especialistas do setor. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), os remédios auxiliam
no combate à obesidade e, se banidos, reduzem as possibilidades de tratamento para quem
precisa perder peso.

“Considerando a eficiência das substâncias na luta contra a obesidade, mesmo ponderando
seus eventuais riscos, [o CFM] acredita que, em lugar de proibir a comercialização destas
substâncias, seria recomendável fortalecer os mecanismos de controle de sua venda e realizar
ações educativas em larga escala”, disse o conselho, em nota. Caso a Vigilância Sanitária
proíba os medicamentos, o CFM ameaça recorrer à Justiça.

A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) e a Sociedade Brasileira
de Endocrinologia e Metabologia lançaram um abaixo-assinado contra o banimento dos
anorexígenos. Segundo as organizações, os remédios, quando prescritos de forma correta,
contribuem para a perda de peso. As entidades ressaltam que os médicos têm conhecimento
das contraindicações.

Fonte: Agência Brasil

Anvisa discute nesta quarta, dia 31, proibição dos inibidores de apetite

O controverso veto aos medicamentos inibidores de apetite será discutido nesta quarta-feira na reunião da diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A proposta de banir o grupo das anfetaminas e derivados (femproporex, anfepramona e mazindol) e da sibutramina ganhou força no último ano. Encontrou, porém, forte resistência dos médicos, que ameaçam ir à Justiça contra um veto da agência.

Uma nota técnica emitida pela Anvisa em fevereiro desaconselhou o uso dos remédios. Efeitos colaterais sérios, falta de comprovação científica e perda de peso insuficiente foram os argumentos.

Fonte: Folha.com

 

Projeto exige embalagens com informações em braile

Está na Comissão de Seguridade Social um projeto que obriga empresas farmacêuticas e
de alimentos a usar a escrita braile nas embalagens de seus produtos.

A proposta da deputada Ana Arraes (PSB-PE) foi aprovada na Comissão de Defesa do
Consumidor. O relator na comissão foi o deputado Roberto Santiago (PV-SP), que afirma
ser necessário criar no Brasil a cultura de respeito às minorias, e essa conscientização
precisa vir também das empresas.

“Não é possível você não permitir que as pessoas que tenham deficiência visual não
consigam detectar sem um intérprete, sem alguém ao seu lado, aquilo que ela compra,
basicamente no remédio, né? No remédio e em tudo. Mas o remédio é fundamental”,
disse.

O vice-presidente executivo do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos
Farmacêuticos), Nelson Mussoline, afirma que a indústria não tem nenhuma restrição à
proposta. “Muito provavelmente haverá uma pequena alteração de custo na embalagem.
Mas entendo que isso seria absorvível pelo atual custo dos produtos. Acho que não vai ter
grandes alterações em razão disso”, disse.

A legislação mais atual sobre rótulos, a de medicamentos, tem 35 anos. Já a que trata de
rótulos de produtos alimentícios é de 69 e a que disciplina a de produtos de origem animal,
de 52.

Mas a lei que criou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de 99, estabelece
a competência do órgão em regulamentar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam
riscos à saúde pública. As normas sobre rotulagem, que são feitas por órgãos federais,
nunca fizeram referência ao braile.

Fonte: Folha.com

‘Aumento do imposto sobre cigarro vai reduzir número de fumantes’, diz

Hoje, 29 de agosto, é o dia nacional de combate ao tabagismo. O ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, acredita que a medida do governo de vai colaborar para a redução do
número de fumantes no país.

Para o ministro, em um primeiro momento, a arrecadação de imposto proveniente da
venda de cigarros deve crescer. Perguntado se os recursos terão como destino os cofres
da Saúde, ele disse que está em discussão para onde irá a verba extra. Porém, Padilha
ressaltou que o objetivo é que o preço mais elevado acabe desestimulando o hábito de
fumar.

“[A gente quer que] cada vez menos brasileiros comprem cigarro e fumem. Não é uma
medida pensando em [aumentar a ] arrecadação”, disse ele, que participou nesta quinta-
feira do programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação
Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

A partir de dezembro, os cigarros podem ficar até 20% mais caros por causa nas novas
alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) estipuladas pelo governo
federal. O reajuste deve chegar a 12%, em 2013; a 13%, em 2014; e a 10%, em 2015. A
Receita Federal prevê que a arrecadação passará dos atuais R$ 3,7 bilhões anuais para
R$ 7,7 bilhões a partir de 2015.

O governo definiu também preços mínimos para a venda do maço de cigarro. De 1º de
dezembro de 2011 a 31 de dezembro de 2012, a embalagem não poderá ser vendida por
menos de R$ 3. O valor sobe para R$ 3,50 em 2013; R$ 4, em 2014; e R$ 4,50, em 2015.

Fonte: Agência Brasil

‘Aumento do imposto sobre cigarro vai reduzir número de fumantes’, diz

Hoje, 29 de agosto, é o dia nacional de combate ao tabagismo. O ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, acredita que a medida do governo de vai colaborar para a redução do
número de fumantes no país.

Para o ministro, em um primeiro momento, a arrecadação de imposto proveniente da
venda de cigarros deve crescer. Perguntado se os recursos terão como destino os cofres
da Saúde, ele disse que está em discussão para onde irá a verba extra. Porém, Padilha
ressaltou que o objetivo é que o preço mais elevado acabe desestimulando o hábito de
fumar.

“[A gente quer que] cada vez menos brasileiros comprem cigarro e fumem. Não é uma
medida pensando em [aumentar a ] arrecadação”, disse ele, que participou nesta quinta-
feira do programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação
Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

A partir de dezembro, os cigarros podem ficar até 20% mais caros por causa nas novas
alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) estipuladas pelo governo
federal. O reajuste deve chegar a 12%, em 2013; a 13%, em 2014; e a 10%, em 2015. A
Receita Federal prevê que a arrecadação passará dos atuais R$ 3,7 bilhões anuais para
R$ 7,7 bilhões a partir de 2015.

O governo definiu também preços mínimos para a venda do maço de cigarro. De 1º de
dezembro de 2011 a 31 de dezembro de 2012, a embalagem não poderá ser vendida por
menos de R$ 3. O valor sobe para R$ 3,50 em 2013; R$ 4, em 2014; e R$ 4,50, em 2015.

Fonte: Agência Brasil

Projeto exige embalagens com informações em braile

Está na Comissão de Seguridade Social um projeto que obriga empresas farmacêuticas e
de alimentos a usar a escrita braile nas embalagens de seus produtos.

A proposta da deputada Ana Arraes (PSB-PE) foi aprovada na Comissão de Defesa do
Consumidor. O relator na comissão foi o deputado Roberto Santiago (PV-SP), que afirma
ser necessário criar no Brasil a cultura de respeito às minorias, e essa conscientização
precisa vir também das empresas.

“Não é possível você não permitir que as pessoas que tenham deficiência visual não
consigam detectar sem um intérprete, sem alguém ao seu lado, aquilo que ela compra,
basicamente no remédio, né? No remédio e em tudo. Mas o remédio é fundamental”,
disse.

O vice-presidente executivo do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos
Farmacêuticos), Nelson Mussoline, afirma que a indústria não tem nenhuma restrição à
proposta. “Muito provavelmente haverá uma pequena alteração de custo na embalagem.
Mas entendo que isso seria absorvível pelo atual custo dos produtos. Acho que não vai ter
grandes alterações em razão disso”, disse.

A legislação mais atual sobre rótulos, a de medicamentos, tem 35 anos. Já a que trata de
rótulos de produtos alimentícios é de 69 e a que disciplina a de produtos de origem animal,
de 52.

Mas a lei que criou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de 99, estabelece
a competência do órgão em regulamentar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam
riscos à saúde pública. As normas sobre rotulagem, que são feitas por órgãos federais,
nunca fizeram referência ao braile.

Fonte: Folha.com

McDia Feliz 2011 acontece amanhã, 27

Todos os anos, o último sábado do mês de agosto é dia de transformar Big Mac em sorrisos. É o McDia Feliz, maior campanha em prol de crianças e adolescentes com câncer no Brasil. Este ano, o McDia  Feliz acontece amanhã, dia 27. Em Fortaleza, a campanha colabora com doações para Associação Peter Pan.

A campanha coordenada pelo Instituto Ronald McDonald visa captar recursos e concentrar esforços em projetos locais, regionais e nacionais a fim de contribuir para o aumento dos índices de cura do câncer infantojuvenil.
Esta será a 23ª edição da campanha que, anualmente, beneficia mais de 30 mil crianças, adolescentes e seus familiares. Este ano, 73 projetos de 59 instituições de todo o páis receberão recursos da campanha. Desde o primeiro McDia Feliz, em 1988, mais de 100 instituições de todo o país já foram apoiadas com a arrecadação de mais de R$ 114 milhões.
“Os recursos obtidos por meio do McDia Feliz têm ajudado a transformar a história da oncologia pediátrica brasileira. Se há 30 anos as chances de uma criança com câncer ser curada eram de 15%, hoje este índice pode chegar a 85%, desde que os pacientes sejam diagnosticados precocemente e tratados adequadamente. Só que ainda há um longo caminho a percorrer e todos nós podemos colaborar e ajudar a devolver o sorriso a milhares de crianças e adolescentes”, afirma Francisco Neves, superintendente do Instituto Ronald McDonald.
Ao longo dos últimos 22 anos, os recursos obtidos com o McDia Feliz têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer. Participe!

 

 

McDia Feliz 2011 acontece amanhã, 27

Todos os anos, o último sábado do mês de agosto é dia de transformar Big Mac em sorrisos. É o McDia Feliz, maior campanha em prol de crianças e adolescentes com câncer no Brasil. Este ano, o McDia Feliz acontece amanhã, dia 27. Em Fortaleza, a campanha colabora com doações para Associação Peter Pan.

A campanha coordenada pelo Instituto Ronald McDonald visa captar recursos e concentrar esforços em projetos locais, regionais e nacionais a fim de contribuir para o aumento dos índices de cura do câncer infantojuvenil.

Esta será a 23ª edição da campanha que, anualmente, beneficia mais de 30 mil crianças, adolescentes e seus familiares. Este ano, 73 projetos de 59 instituições de todo o páis receberão recursos da campanha. Desde o primeiro McDia Feliz, em 1988, mais de 100 instituições de todo o país já foram apoiadas com a arrecadação de mais de R$ 114 milhões.

“Os recursos obtidos por meio do McDia Feliz têm ajudado a transformar a história da oncologia pediátrica brasileira. Se há 30 anos as chances de uma criança com câncer ser curada eram de 15%, hoje este índice pode chegar a 85%, desde que os pacientes sejam diagnosticados precocemente e tratados adequadamente. Só que ainda há um longo caminho a percorrer e todos nós podemos colaborar e ajudar a devolver o sorriso a milhares de crianças e adolescentes”, afirma Francisco Neves, superintendente do Instituto Ronald McDonald.

Ao longo dos últimos 22 anos, os recursos obtidos com o McDia Feliz têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer. Participe!

 

Unimed do Nordeste do Ceará
Rua Raimundo Teófilo de Castro, 232 - Centro - Itapipoca
Telefones: (88) 3631-1303