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Anvisa proíbe uso e venda de nove produtos fitoterápicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso e a venda de nove produtos
fitoterápicos no país. Alguns indicados para tratamento de obesidade, celulite, impotência
sexual e infecção renal, segundo os fabricantes. Nenhum dos produtos tem registro.

De acordo com a Anvisa, a suspensão já está valendo em todo o território nacional. A medida
foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União. Quem tem um dos produtos suspensos deve
interromper o uso, recomenda a agência.

Abaixo os fitoterápicos suspensos pela Anvisa:

1) Chá Sete Ervas (130g)
Empresa: Rouxinol Produtos Naturais (São Paulo)
Indicação: Obesidade, gordura localizada, celulite,colesterol

2) Xarope Flor da Índia (500 ml)
Empresa: Nutri Plantas (Manaus).
Indicação: Boca amarga, cólica de fígado ou rins, prisão
de ventre e dores de cabeça
3) Xarope Flor do Sertão (500ml).
Empresa: Elis Natu’s.
Indicação: Hepatite, úlcera gástrica, pedras na vesícula e ácido úrico
4) Flor da Catingueira (500 ml)
Empresa: Bonature Produtos Naturais (Belo Horizonte).
Indicação: Bebida com extratos vegetais e vitamina C
5) Umburana (500 ml).
Empresa: Não consta
Indicação: Infecções dos rins, fígado e vesículas

6) Nutri Plantas (compostas de ervas medicinais 500 ml)
Empresa: Nutri plantas (Manaus)
Indicação: Empachamento, úlcera, azia, boca amarga e
dores gástricas
7) Folha Santa (200 ml)
Empresa: Natureza Viva
Indicação: Evita derrame, palpitação no coração, tônico
do coração
8)Elixir de Pai João (250 ml)
Empresa: Não consta
Indicação: Dores de Barriga, impotência sexual, perda de
memória,

9) Tayu Caroba (Elixir natural composto de 250 ml).
Empresa: Não consta.
Indicação: Depurativo do sangue, elimina cravos, espinhas,
tumores e feridas

Fonte: Agência Brasil

Anvisa proíbe uso e venda de nove produtos fitoterápicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso e a venda de nove produtos
fitoterápicos no país. Alguns indicados para tratamento de obesidade, celulite, impotência
sexual e infecção renal, segundo os fabricantes. Nenhum dos produtos tem registro.

De acordo com a Anvisa, a suspensão já está valendo em todo o território nacional. A medida
foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União. Quem tem um dos produtos suspensos deve
interromper o uso, recomenda a agência.

Abaixo os fitoterápicos suspensos pela Anvisa:

1) Chá Sete Ervas (130g)
Empresa: Rouxinol Produtos Naturais (São Paulo)
Indicação: Obesidade, gordura localizada, celulite,colesterol

2) Xarope Flor da Índia (500 ml)
Empresa: Nutri Plantas (Manaus).
Indicação: Boca amarga, cólica de fígado ou rins, prisão
de ventre e dores de cabeça
3) Xarope Flor do Sertão (500ml).
Empresa: Elis Natu’s.
Indicação: Hepatite, úlcera gástrica, pedras na vesícula e ácido úrico
4) Flor da Catingueira (500 ml)
Empresa: Bonature Produtos Naturais (Belo Horizonte).
Indicação: Bebida com extratos vegetais e vitamina C
5) Umburana (500 ml).
Empresa: Não consta
Indicação: Infecções dos rins, fígado e vesículas

6) Nutri Plantas (compostas de ervas medicinais 500 ml)
Empresa: Nutri plantas (Manaus)
Indicação: Empachamento, úlcera, azia, boca amarga e
dores gástricas
7) Folha Santa (200 ml)
Empresa: Natureza Viva
Indicação: Evita derrame, palpitação no coração, tônico
do coração
8)Elixir de Pai João (250 ml)
Empresa: Não consta
Indicação: Dores de Barriga, impotência sexual, perda de
memória,

9) Tayu Caroba (Elixir natural composto de 250 ml).
Empresa: Não consta.
Indicação: Depurativo do sangue, elimina cravos, espinhas,
tumores e feridas

Fonte: Agência Brasil

Acesso a remédios cresce 441% no Ceará

O acesso a medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes, no Ceará, aumentou 441%. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), após a ação “Saúde Não Tem Preço”, lançada em fevereiro deste ano pelo Governo Federal, o número de pessoas beneficiadas passou de 8 mil, em janeiro, para 46,6 mil, em agosto.

Antes da ação, os remédios eram oferecidos com até 90% nos estabelecimentos credenciados ao programa “Aqui Tem Farmácia Popular”, também desenvolvido pela União em parceria com a rede privada de farmácias e drogarias, que se credenciam ao firmarem convênio com o Ministério da Saúde. Atualmente, o programa contempla mais de 2,5 mil municípios brasileiros, segundo o MS.

No Ceará, com a criação do “Saúde Não Tem Preço”, 11 medicamentos para diabetes e hipertensão passaram a ser distribuídos gratuitamente nas 314 farmácias e drogarias credenciadas do Estado.

Segundo o Ministério da Saúde, a quantidade mensal de diabéticos atendidos pelo programa, por exemplo, cresceu 300%, subindo de 3.749, em janeiro, para 14.984, em agosto último. No caso dos hipertensos beneficiados, o número aumentou de 575% no mesmo período, pulando de 5.241 para 35.369 beneficiados.

Fortaleza

Conforme o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2010, a hipertensão atinge 23,3% da população adulta brasileira (maiores de 18 anos). A pesquisa considera o diagnóstico médico referido pelos entrevistados

Em Fortaleza, conforme o estudo Vigitel, 21,1% da população adulta é hipertensa, abrangendo 19,7% dos homens e 22,2% das mulheres. Já em relação à diabetes, 5,7% da população adulta tem a doença, 5,3% do sexo masculino e 6% do sexo feminino.

Além dos medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes, o “Saúde Não Tem Preço” oferece mais 14 tipos de remédios, com até 90% de desconto, utilizados no tratamento de asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose, glaucoma, gripe e dislipidemias (para o tratamento ao colesterol alto e outras disfunções sanguíneas), além de anticoncepcionais e fraudas geriátricas.

Em todo o Brasil, os medicamentos são ofertados em mais de 19 mil farmácias e drogarias da rede privada credenciada ao “Aqui Tem Farmácia Popular” e em mais de 500 unidades próprias do programa, administradas pelo Governo Federal.

Orientações

Para obter os medicamentos disponíveis no “Saúde Não Tem Preço”, o usuário precisa apresentar CPF, documento com foto, além da receita médica, exigida pelo programa como uma forma de evitar automedicação e incentivar o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde.

Os remédios gratuitos para hipertensão e diabetes são identificados pelo princípio ativo ou nome genérico, que é a substância que compõe o medicamento. Os itens disponíveis são informados pelas unidades do programa, onde os usuários podem ser orientados pelo profissional farmacêutico, que deverá informar ao paciente o princípio ativo que identifica o nome comercial do medicamento (de marca, genérico ou similar) prescrito pelo médico.

Fonte: Diário do Nordeste

Venha comemorar conosco amanhã o Dia do Cliente!

Em comemoração ao Dia do Cliente, celebrado nesta quinta-feira, dia 15, a Unimed Ceará irá oferecer um café da manhã especial aos clientes que comparecerem à sua sede a partir das 8h. Haverá também sorteio de brindes durante o evento!

“O objetivo desta iniciativa é mostrar ao nosso cliente o quanto ele é importante para nós e que estamos aqui para melhor atendê-lo, sempre!”, afirma Dr. Darival Bringel, presidente da Unimed Ceará.

Serviço:

Dia do Cliente na Unimed Ceará

Endereço: Rua Padre Luis Figueira, 52 – Aldeota

Telefone: (85) 3453-7777

Website: www.unimedceara.com.br

 

Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis prevê ações para um envelhecimento ativo

O ato de envelhecer deve ser encarado como uma experiência positiva, com oportunidades
contínuas de saúde, participação e segurança

O Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis, apresentado
pelo Ministério da Saúde no dia 18 de agosto, propõe ações que visam fortalecer o
envelhecimento ativo de forma saudável. Segundo a coordenadora de Doenças e Agravos
não Transmissíveis, Deborah Malta, para garantir que o envelhecimento seja uma experiência
positiva, é necessário o acompanhameto de oportunidades contínuas de saúde, participação e
segurança.

Envelhecer não significa, necessariamente, deixar de fazer atividades, e sim se adequar as
suas limitações, garantindo assim uma vida ativa, saudável e com qualidade. A longevidade é
considerada uma conquista, mas é preciso preparar a população para um envelhecimento ativo
bem sucedido. No mundo inteiro, o fato mais marcante para as sociedades é o processo de
envelhecimento populacional, definido como a mudança na estrutura etária da população. É um
fenômeno natural, irreversível e mundial.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou o termo “envelhecimento ativo” para expressar
o processo de conquista dessa visão. “Ativo” refere-se à participação contínua nas questões
sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis, e não somente à capacidade de estar
fisicamente ativo ou de fazer parte da força de trabalho. O objetivo é aumentar a expectativa
de uma vida saudável e a qualidade de vida para todas as pessoas que estão envelhecendo,
inclusive as que são frágeis, fisicamente incapacitadas e que requerem mais cuidados.

Incentivo a iniciativas interdisciplinares e intersetoriais

A abordagem do envelhecimento ativo baseia-se no reconhecimento dos direitos humanos das
pessoas mais velhas e nos princípios de independência, participação, dignidade, assistência
e auto-realização conforme estabelecidos pela Organização das Nações Unidas. Para isso,
é necessário promover bases de conhecimento sobre gerontologia e geriatria através de
iniciativas de treinamento e de pesquisa.

Estatísticas – O Brasil, hoje, apresenta um contingente de aproximadamente 21 milhões de
idosos. Em 2025 esse número passará para 32 milhões, quando o Brasil ocupará o sexto lugar
no mundo em população idosa, e em 2050 o percentual de idosos será igual ou superior ao de
crianças de 0 a 14 anos.

Existem diversos fatores que contribuem para a maior expectativa de vida e,
consequentemente, para o aumento da população idosa. A população idosa brasileira tem
crescido de forma rápida e dentro desse grupo, os denominados “mais idosos, muito idosos ou
idosos em velhice avançada” acima de 80 anos, também vem aumentando proporcionalmente
e de maneira mais acelerada, constituindo o segmento populacional que mais cresce nos
últimos tempos, sendo hoje mais de 12% da população idosa.

Ações propostas pelo Plano

- Fortalecer ações de promoção de envelhecimento ativo e saudável na Atenção Básica de
Saúde.
- Apoiar as estratégias de promoção de envelhecimento ativo na área de saúde suplementar.
- Adequar as estruturas dos pontos de atenção da rede para melhorar a acessibilidade e o
acolhimento aos idosos.
- Ampliar e garantir o acesso com qualidade à tecnologia assistiva e a serviços para pessoas
idosas e com condições crônicas.
-Promover a ampliação do grau de autonomia, da independência para o autocuidado e de uso
racional de medicamentos em idosos.
- Organizar as linhas de cuidado para as condições crônicas prioritárias e idosos frágeis,
ampliando o acesso com qualidade.
- Ampliar a formação continuada dos profissionais de saúde para o atendimento, acolhimento e
cuidado da pessoa idosa e de pessoas com condições crônicas.
- Fortalecer e expandir a formação do cuidador da pessoa idosa e com condições crônicas na comunidade.

Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis prevê ações para um envelhecimento ativo

O ato de envelhecer deve ser encarado como uma experiência positiva, com oportunidades
contínuas de saúde, participação e segurança

O Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis, apresentado
pelo Ministério da Saúde no dia 18 de agosto, propõe ações que visam fortalecer o
envelhecimento ativo de forma saudável. Segundo a coordenadora de Doenças e Agravos
não Transmissíveis, Deborah Malta, para garantir que o envelhecimento seja uma experiência
positiva, é necessário o acompanhameto de oportunidades contínuas de saúde, participação e
segurança.

Envelhecer não significa, necessariamente, deixar de fazer atividades, e sim se adequar as
suas limitações, garantindo assim uma vida ativa, saudável e com qualidade. A longevidade é
considerada uma conquista, mas é preciso preparar a população para um envelhecimento ativo
bem sucedido. No mundo inteiro, o fato mais marcante para as sociedades é o processo de
envelhecimento populacional, definido como a mudança na estrutura etária da população. É um
fenômeno natural, irreversível e mundial.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou o termo “envelhecimento ativo” para expressar
o processo de conquista dessa visão. “Ativo” refere-se à participação contínua nas questões
sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis, e não somente à capacidade de estar
fisicamente ativo ou de fazer parte da força de trabalho. O objetivo é aumentar a expectativa
de uma vida saudável e a qualidade de vida para todas as pessoas que estão envelhecendo,
inclusive as que são frágeis, fisicamente incapacitadas e que requerem mais cuidados.

Incentivo a iniciativas interdisciplinares e intersetoriais

A abordagem do envelhecimento ativo baseia-se no reconhecimento dos direitos humanos das
pessoas mais velhas e nos princípios de independência, participação, dignidade, assistência
e auto-realização conforme estabelecidos pela Organização das Nações Unidas. Para isso,
é necessário promover bases de conhecimento sobre gerontologia e geriatria através de
iniciativas de treinamento e de pesquisa.

Estatísticas – O Brasil, hoje, apresenta um contingente de aproximadamente 21 milhões de
idosos. Em 2025 esse número passará para 32 milhões, quando o Brasil ocupará o sexto lugar
no mundo em população idosa, e em 2050 o percentual de idosos será igual ou superior ao de
crianças de 0 a 14 anos.

Existem diversos fatores que contribuem para a maior expectativa de vida e,
consequentemente, para o aumento da população idosa. A população idosa brasileira tem
crescido de forma rápida e dentro desse grupo, os denominados “mais idosos, muito idosos ou
idosos em velhice avançada” acima de 80 anos, também vem aumentando proporcionalmente
e de maneira mais acelerada, constituindo o segmento populacional que mais cresce nos
últimos tempos, sendo hoje mais de 12% da população idosa.

Ações propostas pelo Plano

- Fortalecer ações de promoção de envelhecimento ativo e saudável na Atenção Básica de
Saúde.
- Apoiar as estratégias de promoção de envelhecimento ativo na área de saúde suplementar.
- Adequar as estruturas dos pontos de atenção da rede para melhorar a acessibilidade e o
acolhimento aos idosos.
- Ampliar e garantir o acesso com qualidade à tecnologia assistiva e a serviços para pessoas
idosas e com condições crônicas.
-Promover a ampliação do grau de autonomia, da independência para o autocuidado e de uso
racional de medicamentos em idosos.
- Organizar as linhas de cuidado para as condições crônicas prioritárias e idosos frágeis,
ampliando o acesso com qualidade.
- Ampliar a formação continuada dos profissionais de saúde para o atendimento, acolhimento e
cuidado da pessoa idosa e de pessoas com condições crônicas.
- Fortalecer e expandir a formação do cuidador da pessoa idosa e com condições crônicas na comunidade.

Unimed Ceará comemora Dia do Cliente

Em comemoração ao Dia do Cliente, celebrado na próxima quinta-feira, dia 15, a Unimed Ceará irá oferecer um café da manhã especial aos clientes que comparecerem à sua sede a partir das 8h. Haverá também sorteio de brindes durante o evento.

“O objetivo desta iniciativa é mostrar ao nosso cliente o quanto ele é importante para nós e que estamos aqui para melhor atendê-lo, sempre!”,

Serviço:

Dia do Cliente na Unimed Ceará

Endereço: Rua Padre Luis Figueira, 52 – Aldeota

Telefone: (85) 3453-7777

Website: www.unimedceara.com.br

Governo promete quadruplicar investimento em pesquisa de remédios e vacinas

Até 2015, o Ministério da Saúde prevê investir R$ 1,5 bilhão em pesquisas de

novos remédios, tratamentos, vacinas e equipamentos. O valor é quase quatro

vezes maior do que o investimento da pasta acumulado nos últimos quatro anos,

cerca de R$ 400 milhões.

Entre outros objetivos, o aumento do orçamento da área visa a reduzir a

dependência da importação de medicamentos. Levantamento da Agência Nacional

de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado no mês passado, constatou que 80%

dos estudos de novos princípios ativos de remédios são feitos por indústrias e

laboratórios multinacionais.

“Estamos investindo em pesquisa e inovação tecnológica para que tenhamos, aqui

no Brasil, medicamentos para enfrentar os nossos problemas”, disse o ministro da

Saúde, Alexandre Padilha, após encontro com a comunidade científica.

Os recursos irão financiar estudos sobre dengue, malária, câncer, aids e doenças

crônicas não transmissíveis. O ministério decidiu enxugar o número de pesquisas

consideradas prioritárias, de 838 para 151, que abordam 16 áreas. Do total, 40

pesquisas estão em andamento.

O ministro lançou também a Plataforma Brasil e o Registro Brasileiro de Ensaios

Clínicos (Rebec), programas que irão unificar os dados das pesquisas envolvendo

testes em humanos. Com a plataforma, o pesquisador poderá acompanhar

pela internet o andamento do projeto do qual participa até aprovação pela

Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Com o Rebec, primeiro banco para

registro de ensaios clínicos em língua portuguesa, o pesquisador não terá mais de

recorrer a banco de dados estrangeiros para registrar a pesquisa. O Rebec tem o

aval da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com a unificação dos dados, a expectativa é que o tempo para autorização de

uma pesquisa no país seja reduzido, solucionando uma das principais queixas

da comunidade científica, dos institutos de pesquisa e dos laboratórios. Segundo

a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o tempo que

o Brasil leva para aprovar uma pesquisa clínica é três vezes maior do que o da

maioria dos países que desenvolvem pesquisas nessa área. Nos Estados Unidos,

na França e no Canadá, por exemplo, o prazo é três a quatro meses. Na Argentina,

seis meses. No Brasil, entre dez e 14 meses, com base em dados de 2008.

Fonte: Agência Brasil

Governo promete quadruplicar investimento em pesquisa de remédios e vacinas

Até 2015, o Ministério da Saúde prevê investir R$ 1,5 bilhão em pesquisas de

novos remédios, tratamentos, vacinas e equipamentos. O valor é quase quatro

vezes maior do que o investimento da pasta acumulado nos últimos quatro anos,

cerca de R$ 400 milhões.

Entre outros objetivos, o aumento do orçamento da área visa a reduzir a

dependência da importação de medicamentos. Levantamento da Agência Nacional

de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado no mês passado, constatou que 80%

dos estudos de novos princípios ativos de remédios são feitos por indústrias e

laboratórios multinacionais.

“Estamos investindo em pesquisa e inovação tecnológica para que tenhamos, aqui

no Brasil, medicamentos para enfrentar os nossos problemas”, disse o ministro da

Saúde, Alexandre Padilha, após encontro com a comunidade científica.

Os recursos irão financiar estudos sobre dengue, malária, câncer, aids e doenças

crônicas não transmissíveis. O ministério decidiu enxugar o número de pesquisas

consideradas prioritárias, de 838 para 151, que abordam 16 áreas. Do total, 40

pesquisas estão em andamento.

O ministro lançou também a Plataforma Brasil e o Registro Brasileiro de Ensaios

Clínicos (Rebec), programas que irão unificar os dados das pesquisas envolvendo

testes em humanos. Com a plataforma, o pesquisador poderá acompanhar

pela internet o andamento do projeto do qual participa até aprovação pela

Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Com o Rebec, primeiro banco para

registro de ensaios clínicos em língua portuguesa, o pesquisador não terá mais de

recorrer a banco de dados estrangeiros para registrar a pesquisa. O Rebec tem o

aval da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com a unificação dos dados, a expectativa é que o tempo para autorização de

uma pesquisa no país seja reduzido, solucionando uma das principais queixas

da comunidade científica, dos institutos de pesquisa e dos laboratórios. Segundo

a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o tempo que

o Brasil leva para aprovar uma pesquisa clínica é três vezes maior do que o da

maioria dos países que desenvolvem pesquisas nessa área. Nos Estados Unidos,

na França e no Canadá, por exemplo, o prazo é três a quatro meses. Na Argentina,

seis meses. No Brasil, entre dez e 14 meses, com base em dados de 2008.

Fonte: Agência Brasil

Faltam mães doadoras no CE

A pouca informação e conscientização das lactantes sobre a iniciativa são os principais
limitadores

Mais que um ato de solidariedade e de amor, a doação de leite materno significa a chance de
oferecer a um bebê a oportunidade de crescer saudável.

Segundo Rejane Santana, coordenadora do banco de leite do Hospital Geral Dr. César Cals
(HGCC), a unidade por ser referência no Estado quanto ao assunto tem como papel suprir a
necessidade tanto de entidades públicas quanto privadas. No entanto, por conta do número
ainda pequeno de mães doadoras, a função é cumprida com bastante dificuldade.

A pediatra informa que em cada banco de leite de Fortaleza há uma média de apenas 30
lactantes que disponibilizam o seu leite, quando o ideal seria que estas unidades possuíssem o
dobro de doadoras.

Conforme a médica, no HGCC, sempre se consegue atender os bebês da UTI neonatal,
porém, devido à falta de leite, as necessidades da unidade de médio risco não são supridas.
“Temos, aproximadamente, em todo o Ceará somente 150 mães doadoras. Tanto no interior
quanto na Capital, a população não está informada sobre os benefícios da atitude”, afirma.

Benefícios

Rejane Santana explica que a doação de leite materno é diferente das demais doações, pois
um só frasco do produto costuma atender cerca de dez crianças. A coordenadora informa que
além de ajudar os bebês, a lactante doadora também se beneficia, já que o ato mantém a
quantidade de leite, ou seja, a sua própria lactação.

Na Capital, as mães que desejam ajudar as crianças que precisam do alimento podem se
dirigir aos seis bancos de leite estabelecidos na cidade: Hospital Geral de Fortaleza (HGF),
Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), Hospital Infantil Albert Sabin (Hias) e Maternidade
Escola Assis Chateaubriand (Meac). Os municípios de Barbalha, Quixadá e Maracanaú
também contam com esse espaço.

As mães de outras cidades do interior, como Baturité, Canindé, Cascavel, Sobral, Crateús,
Itapipoca e Barbalha, também podem doar o seu leite. Para contribuir, as lactantes devem
entrar em contato com o hospital responsável pelas coletas nestas localidades.

Por meio da doação, os recém-nascidos internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI)
na Capital e no interior serão ajudados e possivelmente apresentarão uma recuperação mais
rápida.

Para receber mais informações e tirar dúvidas sobre a doação de leite materno e sobre
amamentação, o Hospital Geral César Cals disponibiliza uma linha direta e gratuita, por meio
do número 0800 286 5678. O serviço está disponível das 7h às 19h, todos os dias da semana,
inclusive feriados.

Fonte: Diário do Nordeste

Unimed do Nordeste do Ceará
Rua Raimundo Teófilo de Castro, 232 - Centro - Itapipoca
Telefones: (88) 3631-1303