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Dicas de como envelhecer com saúde no Dia do Idoso

Hoje, dia 27 de setembro, comemoramos o Dia do Idoso. Talvez ainda não seja possível
evitar o envelhecimento, mas podemos envelhecer com saúde, dignidade e autonomia
física e mental. É o que afirma Dr. Mohamad Barakat, nutrólogo e mestre em Ciências Anti-
envelhecimento.

Barakat explica que a palavra-chave é prevenção, assim, escolher o que comer, praticar
atividades físicas e trabalhar para eliminar o estresse do dia a dia são medidas simples, mas
que garantem chegar aos 60, 70, 80 anos com qualidade de vida.

A medicina anti-aging entra para detectar, prevenir e equilibrar as pausas do sistema hormonal
e nutricional e inclui reposição hormonal por meio de hormônios bioidênticos, dieta alimentar
adequada e prática de exercícios. A idade certa para começar a reposição hormonal varia
bastante, de acordo com cada indivíduo, já manter uma alimentação adequada e praticar
atividades físicas devem ser regra para quem deseja ter uma viver de maneira saudável.

Além disso, o médico destaca que exercícios físicos são importantes ferramentas no
tratamento de doenças como osteoporose, osteoartrose e artrite reumatóide e que é
notável o aumento da frequência de pessoas com mais de 60 anos nas academias de
ginástica nos últimos dez anos. “Hidroginástica pode ser o suficiente para alguns, mas com
acompanhamento profissional, até mesmo a musculação pode ser praticada e com ótimos
resultados, já que o fortalecimento da musculatura reduz a sobrecarga na articulação, diminui
a dor e recupera a amplitude dos movimentos.”, finaliza Barakat.

Dicas de como envelhecer com saúde no Dia do Idoso

Hoje, dia 27 de setembro, comemoramos o Dia do Idoso. Talvez ainda não seja possível
evitar o envelhecimento, mas podemos envelhecer com saúde, dignidade e autonomia
física e mental. É o que afirma Dr. Mohamad Barakat, nutrólogo e mestre em Ciências Anti-
envelhecimento.

Barakat explica que a palavra-chave é prevenção, assim, escolher o que comer, praticar
atividades físicas e trabalhar para eliminar o estresse do dia a dia são medidas simples, mas
que garantem chegar aos 60, 70, 80 anos com qualidade de vida.

A medicina anti-aging entra para detectar, prevenir e equilibrar as pausas do sistema hormonal
e nutricional e inclui reposição hormonal por meio de hormônios bioidênticos, dieta alimentar
adequada e prática de exercícios. A idade certa para começar a reposição hormonal varia
bastante, de acordo com cada indivíduo, já manter uma alimentação adequada e praticar
atividades físicas devem ser regra para quem deseja ter uma viver de maneira saudável.

Além disso, o médico destaca que exercícios físicos são importantes ferramentas no
tratamento de doenças como osteoporose, osteoartrose e artrite reumatóide e que é
notável o aumento da frequência de pessoas com mais de 60 anos nas academias de
ginástica nos últimos dez anos. “Hidroginástica pode ser o suficiente para alguns, mas com
acompanhamento profissional, até mesmo a musculação pode ser praticada e com ótimos
resultados, já que o fortalecimento da musculatura reduz a sobrecarga na articulação, diminui
a dor e recupera a amplitude dos movimentos.”, finaliza Barakat.

Ceará realiza 885 transplantes este ano e já supera o ano todo de 2010

Ainda faltam mais de três meses para o ano terminar e o Ceará já superou o total de transplantes feitos em 2010. Até o ultimo dia 22 foram realizados neste ano  885 transplantes, dez a mais do que os 875 feitos durante todo o ano passado.

Agora, são cinco anos consecutivos de recordes. Superando os 446 do ano de 2006, em 2007 foram realizados 618 transplantes, em 2008 chegou a 739, em 2009 aumentou para 767 e em 2010 atingiu 875 transplantes. Este ano, com o recorde já superado, a previsão  é de ultrapassar a marca de mil transplantes.

É com esses números positivos, que a Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) promove uma semana de mobilização para sensibilizar ainda para a doação de órgãos e tecidos e lança a nova campanha “Doar transforma. Doe órgãos e ajude a fazer do Ceará um Estado cada vez mais solidário”. 

As córneas respondem por mais da metade do total de transplantes feitos este ano. São 541 córneas transplantadas. Bem mais do que as 460 transplantadas no ano inteiro de 2010. A meta de Sesa é zerar a fila de espera por córneas no próximo ano. Atualmente há 509 pessoas aguardando a doação para voltar a enxergar o mundo com novas córneas. No total da fila de espera por órgãos e tecidos há 918 pessoas, apostando na solidariedade e que  os doadores avisem à família a vontade de doar. 

Ceará realiza 885 transplantes este ano e já supera o ano todo de 2010

Ainda faltam mais de três meses para o ano terminar e o Ceará já superou o total de transplantes feitos em 2010. Até o ultimo dia 22 foram realizados neste ano  885 transplantes, dez a mais do que os 875 feitos durante todo o ano passado.

Agora, são cinco anos consecutivos de recordes. Superando os 446 do ano de 2006, em 2007 foram realizados 618 transplantes, em 2008 chegou a 739, em 2009 aumentou para 767 e em 2010 atingiu 875 transplantes. Este ano, com o recorde já superado, a previsão  é de ultrapassar a marca de mil transplantes.

É com esses números positivos, que a Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) promove uma semana de mobilização para sensibilizar ainda para a doação de órgãos e tecidos e lança a nova campanha “Doar transforma. Doe órgãos e ajude a fazer do Ceará um Estado cada vez mais solidário”. 

As córneas respondem por mais da metade do total de transplantes feitos este ano. São 541 córneas transplantadas. Bem mais do que as 460 transplantadas no ano inteiro de 2010. A meta de Sesa é zerar a fila de espera por córneas no próximo ano. Atualmente há 509 pessoas aguardando a doação para voltar a enxergar o mundo com novas córneas. No total da fila de espera por órgãos e tecidos há 918 pessoas, apostando na solidariedade e que  os doadores avisem à família a vontade de doar. 

Anvisa publica normas sobre fórmulas destinadas à alimentação de

As fórmulas destinadas à alimentação de lactentes e crianças de 6 meses a 3

anos de idade terão regras específicas. Quatro resoluções da Agência Nacional

de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicadas na ultima semana no Diário Oficial da

União atualizam as normas brasileiras para a fabricação dessas fórmulas.

As normas dirigidas às características de identidade e qualidade desses produtos

são resultado de um processo de revisão técnica dos critérios de composição, os

incluindo limites das vitaminas e minerais permitidos na composição.

Foram definidas também regras específicas e atualizada para as fórmulas

infantis destinadas a lactentes e crianças de 6 meses a 3 anos com necessidades

dietoterápicas, ou seja, com restrições alimentares especiais como alergia à

proteína ou intolerância à lactose.

Uma das principais mudanças é a definição de limites máximos para todas as

vitaminas e minerais permitidos nesse tipo de alimento. Substâncias como a

gordura hidrogenada e o mel – que não deve ser ingerido por crianças com menos

de 1 ano de idade – também estão vedadas para utilização em fórmulas infantis.

As regras restringem ainda o uso de aditivos. A lista das substâncias permitidas,

por apresentarem segurança comprovada, estão na edição de hoje do Diário Oficial

da União.

A publicação das resoluções é resultado da revisão de uma portaria do Ministério

da Saúde baseada nas novas referências utilizadas em todo o mundo para esse

tipo de produto e na atualização das normas do Codex Alimentarius, programa

da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da

Organização Mundial da Saúde (OMS).

As resoluções também estabelecem novas frases de advertência para os rótulos de

alimentos. Nos produtos para lactentes com presença de probióticos, por exemplo,

deve constar: “Este produto contém probióticos e não deve ser consumido

por lactentes prematuros, imunocomprometidos [com deficiências no sistema

imunológico] ou com doenças do coração”.

Para se adequar às regras sobre as fórmulas infantis, os fabricantes terão o prazo

de 18 meses. Já para se adequar à norma sobre aditivos e coadjuvantes, o prazo é

menor, 180 dias.

Anvisa publica normas sobre fórmulas destinadas à alimentação de

As fórmulas destinadas à alimentação de lactentes e crianças de 6 meses a 3

anos de idade terão regras específicas. Quatro resoluções da Agência Nacional

de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicadas na ultima semana no Diário Oficial da

União atualizam as normas brasileiras para a fabricação dessas fórmulas.

As normas dirigidas às características de identidade e qualidade desses produtos

são resultado de um processo de revisão técnica dos critérios de composição, os

incluindo limites das vitaminas e minerais permitidos na composição.

Foram definidas também regras específicas e atualizada para as fórmulas

infantis destinadas a lactentes e crianças de 6 meses a 3 anos com necessidades

dietoterápicas, ou seja, com restrições alimentares especiais como alergia à

proteína ou intolerância à lactose.

Uma das principais mudanças é a definição de limites máximos para todas as

vitaminas e minerais permitidos nesse tipo de alimento. Substâncias como a

gordura hidrogenada e o mel – que não deve ser ingerido por crianças com menos

de 1 ano de idade – também estão vedadas para utilização em fórmulas infantis.

As regras restringem ainda o uso de aditivos. A lista das substâncias permitidas,

por apresentarem segurança comprovada, estão na edição de hoje do Diário Oficial

da União.

A publicação das resoluções é resultado da revisão de uma portaria do Ministério

da Saúde baseada nas novas referências utilizadas em todo o mundo para esse

tipo de produto e na atualização das normas do Codex Alimentarius, programa

da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da

Organização Mundial da Saúde (OMS).

As resoluções também estabelecem novas frases de advertência para os rótulos de

alimentos. Nos produtos para lactentes com presença de probióticos, por exemplo,

deve constar: “Este produto contém probióticos e não deve ser consumido

por lactentes prematuros, imunocomprometidos [com deficiências no sistema

imunológico] ou com doenças do coração”.

Para se adequar às regras sobre as fórmulas infantis, os fabricantes terão o prazo

de 18 meses. Já para se adequar à norma sobre aditivos e coadjuvantes, o prazo é

menor, 180 dias.

Cuidado com a dengue: 2011 tem a pior epidemia da história do Ceará

No Ceará, 2011 já figura como o ano de maior epidemia de dengue em número de casos em 25 anos,
desde quando a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) deu início à série histórica da doença. Os registros
passaram de 47.789, em 1994, para 49.017, em 2011. No último boletim epidemiológico da dengue, a
Sesa confirmou 47.763 casos da doença em 175 dos 184 municípios do Ceará, mas com os casos de
Fortaleza, que foram 1.254 nesta semana, esse número vai para 49.017 registros.

Entre a semana passada e esta, a Capital passou de 28.240 para 29.494 dos totais confirmados,
independente dos registros mensais. As informações foram retiradas da comparação entre os boletins da
Sesa, do dia 16 de setembro, e o relatório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), desta semana. Os
números não querem dizer, no entanto, que sejam casos novos, mas os que só agora foram confirmados,
já que o laudo de comprovação da doença demora entre 30 e 60 dias para sair. Foram 24 óbitos em
Fortaleza.

O coordenador de Promoção e Proteção à Saúde da Sesa, Manoel Fonseca, esclarece que, em 2011, o
Ministério da Saúde mudou a notificação dos casos, que hoje não é feita apenas com a sorologia positiva,
mas a confirmação é também feita por critério epidemiológico, daí o aumento no número de casos.

O coordenador afirma que Fortaleza contribui com mais de 50% dos casos do Estado por causa do maior
contingente populacional. Fonseca explica que toda vez que um novo sorotipo é introduzido existe o risco
de epidemia, que foi o caso do Ceará este ano com a entrada do dengue tipo 1. “Isso acontece, então de
três em três anos”. Em 2008, aconteceu a última epidemia.

Segundo o coordenador da Sesa, a epidemia vai continuar sendo notificada até o fim do ano. “Quando a
gente soma os meses de março, abril e maio, que foram os mais críticos, temos os números elevados que
configuram a epidemia”.

De acordo com o gerente de Vigilância Epidemiológica da SMS, Antônio Lima, esta semana foram
registrados 32 casos. No mês, foram 51. Ele explica que os registros responsáveis pelo total de 1.254 são
casos antigos que entram no sistema com atraso. “Com isso, a gente tem a impressão de que há uma
epidemia que, na verdade, já está controlada. Hoje, o que temos são casos residuais. Estamos na fase de
queda no número de registros que estão regredindo a cada mês”, explica.

O QUE ELES PENSAM
“O que vemos, hoje, já era esperado, pois existem vários sorotipos do vírus da dengue circulando em
nosso Estado. Um deles é o retorno do sorotipo 1, que pode atingir toda uma geração que não foi
infectada nos anos 80. Além disso, o número de crianças e adolescentes agora acometidos pela doença é
muito grande, antigamente apenas os adultos sofriam com isso. Ainda existe a possibilidade de que no
próximo ano esse número de infectados possa aumentar. Pois já temos a circulação do sorotipo 4, na
Capital, e com isso a chance de uma epidemia se torna grande.”
Roberto da Justa
Presidente da Sociedade Cearense de Infectologia

“Esse grande número de casos de dengue é fruto da falta de medidas mais efetivas, no combate à
doença, por parte dos gestores. Em consequência, existe pouco esclarecimento da população, e isso
acaba gerando falta de maiores ações também por parte das pessoas. Além disso, a lotação das
emergências faz com que os fortalezenses fiquem desacreditados em relação ao atendimento e, com
isso, é retardado o primeiro atendimento, o que pode gerar consequência para o cidadão. Todos esses
problemas fazem com que a saúde não seja promovida.”
Ricardo Madeiro
Presidente da comissão de saúde da OAB-CE

Fonte: Diário do Nordeste

Cuidado com a dengue: 2011 tem a pior epidemia da história do Ceará

No Ceará, 2011 já figura como o ano de maior epidemia de dengue em número de casos em 25 anos,
desde quando a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) deu início à série histórica da doença. Os registros
passaram de 47.789, em 1994, para 49.017, em 2011. No último boletim epidemiológico da dengue, a
Sesa confirmou 47.763 casos da doença em 175 dos 184 municípios do Ceará, mas com os casos de
Fortaleza, que foram 1.254 nesta semana, esse número vai para 49.017 registros.

Entre a semana passada e esta, a Capital passou de 28.240 para 29.494 dos totais confirmados,
independente dos registros mensais. As informações foram retiradas da comparação entre os boletins da
Sesa, do dia 16 de setembro, e o relatório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), desta semana. Os
números não querem dizer, no entanto, que sejam casos novos, mas os que só agora foram confirmados,
já que o laudo de comprovação da doença demora entre 30 e 60 dias para sair. Foram 24 óbitos em
Fortaleza.

O coordenador de Promoção e Proteção à Saúde da Sesa, Manoel Fonseca, esclarece que, em 2011, o
Ministério da Saúde mudou a notificação dos casos, que hoje não é feita apenas com a sorologia positiva,
mas a confirmação é também feita por critério epidemiológico, daí o aumento no número de casos.

O coordenador afirma que Fortaleza contribui com mais de 50% dos casos do Estado por causa do maior
contingente populacional. Fonseca explica que toda vez que um novo sorotipo é introduzido existe o risco
de epidemia, que foi o caso do Ceará este ano com a entrada do dengue tipo 1. “Isso acontece, então de
três em três anos”. Em 2008, aconteceu a última epidemia.

Segundo o coordenador da Sesa, a epidemia vai continuar sendo notificada até o fim do ano. “Quando a
gente soma os meses de março, abril e maio, que foram os mais críticos, temos os números elevados que
configuram a epidemia”.

De acordo com o gerente de Vigilância Epidemiológica da SMS, Antônio Lima, esta semana foram
registrados 32 casos. No mês, foram 51. Ele explica que os registros responsáveis pelo total de 1.254 são
casos antigos que entram no sistema com atraso. “Com isso, a gente tem a impressão de que há uma
epidemia que, na verdade, já está controlada. Hoje, o que temos são casos residuais. Estamos na fase de
queda no número de registros que estão regredindo a cada mês”, explica.

O QUE ELES PENSAM
“O que vemos, hoje, já era esperado, pois existem vários sorotipos do vírus da dengue circulando em
nosso Estado. Um deles é o retorno do sorotipo 1, que pode atingir toda uma geração que não foi
infectada nos anos 80. Além disso, o número de crianças e adolescentes agora acometidos pela doença é
muito grande, antigamente apenas os adultos sofriam com isso. Ainda existe a possibilidade de que no
próximo ano esse número de infectados possa aumentar. Pois já temos a circulação do sorotipo 4, na
Capital, e com isso a chance de uma epidemia se torna grande.”
Roberto da Justa
Presidente da Sociedade Cearense de Infectologia

“Esse grande número de casos de dengue é fruto da falta de medidas mais efetivas, no combate à
doença, por parte dos gestores. Em consequência, existe pouco esclarecimento da população, e isso
acaba gerando falta de maiores ações também por parte das pessoas. Além disso, a lotação das
emergências faz com que os fortalezenses fiquem desacreditados em relação ao atendimento e, com
isso, é retardado o primeiro atendimento, o que pode gerar consequência para o cidadão. Todos esses
problemas fazem com que a saúde não seja promovida.”
Ricardo Madeiro
Presidente da comissão de saúde da OAB-CE

Fonte: Diário do Nordeste

Anvisa padroniza inspeção em indústrias de medicamentos

Resolução divulgada no dia 21 de setembro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) padroniza as atividades de inspeção em indústrias de medicamentos em todo o país.

A Resolução de Diretoria Colegiada nº 47/2011 estabelece procedimentos operacionais padronizados a serem utilizados por órgãos de vigilância sanitária durante a fiscalização de procedimentos, programas e documentos.

A inspeção das indústrias de medicamentos é feita de forma descentralizada em estados e municípios. A uniformização de procedimentos, de acordo com a Anvisa, deve facilitar o gerenciamento dos dados.

O texto também cria o Cadastro Nacional de Inspetores Sanitários (Canais), um banco de dados que vai permitir a troca de informações sobre certificação em boas práticas de fabricação entre as vigilâncias sanitárias locais e a Anvisa.

Além da resolução, foi aprovada uma instrução normativa que instituiu grupo de trabalho responsável pelo monitoramento de documentos e procedimentos, composto por representantes da Anvisa, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

 

Anvisa padroniza inspeção em indústrias de medicamentos

Resolução divulgada no dia 21 de setembro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) padroniza as atividades de inspeção em indústrias de medicamentos em todo o país.

A Resolução de Diretoria Colegiada nº 47/2011 estabelece procedimentos operacionais padronizados a serem utilizados por órgãos de vigilância sanitária durante a fiscalização de procedimentos, programas e documentos.

A inspeção das indústrias de medicamentos é feita de forma descentralizada em estados e municípios. A uniformização de procedimentos, de acordo com a Anvisa, deve facilitar o gerenciamento dos dados.

O texto também cria o Cadastro Nacional de Inspetores Sanitários (Canais), um banco de dados que vai permitir a troca de informações sobre certificação em boas práticas de fabricação entre as vigilâncias sanitárias locais e a Anvisa.

Além da resolução, foi aprovada uma instrução normativa que instituiu grupo de trabalho responsável pelo monitoramento de documentos e procedimentos, composto por representantes da Anvisa, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

 

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Telefones: (88) 3631-1303