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Trio de pesquisadores do sistema imunológico vence Nobel de Medicina

Três cientistas que desvendaram segredos do sistema imunológico, abrindo
caminho para novas vacinas e tratamentos contra o câncer, foram anunciados
nesta segunda-feira como vencedores do Prêmio Nobel de Medicina –ou
Fisiologia– de 2011.

O norte-americano Bruce Beutler e o biólogo francês Jules Hoffman, que
estudaram os primeiros estágios da reação imunológica a um ataque, dividiriam
o prêmio de US$ 1,5 milhão com o Ralph Steinman, canadense radicado nos
EUA que descobriu as células dendríticas, cruciais para a compreensão dos
estágios posteriores.

Mas, nesta mesma segunda-feira, a Universidade Rockefeller, onde ele
trabalhava, emitiu um comunicado sobre o falecimento do pesquisador três dias
antes de ser anunciado como um dos vencedores do Nobel de Medicina.

A nota diz: “”Steinman faleceu em 30 de setembro. Ele foi diagnosticado
com câncer de pâncreas há quatro anos, e a vida dele se prolongou graças à
aplicação de uma imunoterapia à base de células dendríticas que ele mesmo
criou”.

“Os laureados com o Nobel deste mês revolucionaram nossa compreensão do
sistema imunológico, ao descobrir os princípios-chave da sua ativação”, disse
em nota a comissão encarregada da premiação, ligada ao Instituto Karolinska,
de Estocolmo.

Lars Klareskog, presidente da Assembleia do Nobel, disse à Reuters que as
descobertas podem levar a novas vacinas contra micróbios. Segundo Klareskog,
os estudos são muito necessários com o aumento da resistência contra
antibióticos e pode levar ao desenvolvimento de uma técnica de combate ao
câncer a partir do sistema imunológico.

Annika Scheynius, professora de pesquisas em alergias clínicas e integrante da
comissão, acrescentou que as descobertas premiadas podem melhorar a saúde
de pacientes com câncer, doenças inflamatórias, doenças autoimunes e asma.

Beutler, 53, trabalha no Instituto de Pesquisas Scripps, de La Jolla, na
Califórnia. Hoffman, 70, nascido em Luxemburgo, realizou grande parte do seu
trabalho em Estrasburgo. Os dois dividir metade do prêmio de 10 milhões de
coroas suecas (US$ 1,46 milhão). A outra metade vai para Steinman, 68, da
Universidade Rockefeller (Nova York).

Beutler e Hoffman descobriram na década de 1990 os receptores de proteínas
que reconhecem bactérias e outros micro-organismos agressores, e que ativam
a “imunidade inata”, a primeira linha de defesa do do sistema imunológico do
organismo.

Steinman foi premiado por sua descoberta de duas décadas atrás sobre células
dendríticas, que ajudam a regular a imunidade adaptativa, um estágio posterior
da reação imunológica, em que os micro-organismos são eliminados do corpo.

Os trabalhos deles foram cruciais no desenvolvimento de novas vacinas
contra doenças infecciosas, e de novas abordagens na luta contra o câncer -
- o que inclui as chamadas “vacinas terapêuticas”, que estimulam o sistema
imunológico a destruir tumores.

O prêmio de Medicina ou Fisiologia costuma ser o primeiro Nobel anunciado
a cada ano. O Nobel é entregue desde 1901 a personalidades de destaque

nas áreas de ciências, literatura e paz, conforme estipulado no testamento do
empresário Alfred Nobel, inventor da dinamite.

O prêmio da categoria do ano passado foi dado ao britânico Robert Edwards por
suas pesquisas sobre a fecundação in vitro, iniciadas nos anos 50, em parceria
com Patrick Steptoe, morto em 1988. Ele desenvolveu a técnica em que óvulos
são fertilizados fora do corpo humano e implantados no útero.

Fonte: Folha.com

Trio de pesquisadores do sistema imunológico vence Nobel de Medicina

Três cientistas que desvendaram segredos do sistema imunológico, abrindo
caminho para novas vacinas e tratamentos contra o câncer, foram anunciados
nesta segunda-feira como vencedores do Prêmio Nobel de Medicina –ou
Fisiologia– de 2011.

O norte-americano Bruce Beutler e o biólogo francês Jules Hoffman, que
estudaram os primeiros estágios da reação imunológica a um ataque, dividiriam
o prêmio de US$ 1,5 milhão com o Ralph Steinman, canadense radicado nos
EUA que descobriu as células dendríticas, cruciais para a compreensão dos
estágios posteriores.

Mas, nesta mesma segunda-feira, a Universidade Rockefeller, onde ele
trabalhava, emitiu um comunicado sobre o falecimento do pesquisador três dias
antes de ser anunciado como um dos vencedores do Nobel de Medicina.

A nota diz: “”Steinman faleceu em 30 de setembro. Ele foi diagnosticado
com câncer de pâncreas há quatro anos, e a vida dele se prolongou graças à
aplicação de uma imunoterapia à base de células dendríticas que ele mesmo
criou”.

“Os laureados com o Nobel deste mês revolucionaram nossa compreensão do
sistema imunológico, ao descobrir os princípios-chave da sua ativação”, disse
em nota a comissão encarregada da premiação, ligada ao Instituto Karolinska,
de Estocolmo.

Lars Klareskog, presidente da Assembleia do Nobel, disse à Reuters que as
descobertas podem levar a novas vacinas contra micróbios. Segundo Klareskog,
os estudos são muito necessários com o aumento da resistência contra
antibióticos e pode levar ao desenvolvimento de uma técnica de combate ao
câncer a partir do sistema imunológico.

Annika Scheynius, professora de pesquisas em alergias clínicas e integrante da
comissão, acrescentou que as descobertas premiadas podem melhorar a saúde
de pacientes com câncer, doenças inflamatórias, doenças autoimunes e asma.

Beutler, 53, trabalha no Instituto de Pesquisas Scripps, de La Jolla, na
Califórnia. Hoffman, 70, nascido em Luxemburgo, realizou grande parte do seu
trabalho em Estrasburgo. Os dois dividir metade do prêmio de 10 milhões de
coroas suecas (US$ 1,46 milhão). A outra metade vai para Steinman, 68, da
Universidade Rockefeller (Nova York).

Beutler e Hoffman descobriram na década de 1990 os receptores de proteínas
que reconhecem bactérias e outros micro-organismos agressores, e que ativam
a “imunidade inata”, a primeira linha de defesa do do sistema imunológico do
organismo.

Steinman foi premiado por sua descoberta de duas décadas atrás sobre células
dendríticas, que ajudam a regular a imunidade adaptativa, um estágio posterior
da reação imunológica, em que os micro-organismos são eliminados do corpo.

Os trabalhos deles foram cruciais no desenvolvimento de novas vacinas
contra doenças infecciosas, e de novas abordagens na luta contra o câncer -
- o que inclui as chamadas “vacinas terapêuticas”, que estimulam o sistema
imunológico a destruir tumores.

O prêmio de Medicina ou Fisiologia costuma ser o primeiro Nobel anunciado
a cada ano. O Nobel é entregue desde 1901 a personalidades de destaque

nas áreas de ciências, literatura e paz, conforme estipulado no testamento do
empresário Alfred Nobel, inventor da dinamite.

O prêmio da categoria do ano passado foi dado ao britânico Robert Edwards por
suas pesquisas sobre a fecundação in vitro, iniciadas nos anos 50, em parceria
com Patrick Steptoe, morto em 1988. Ele desenvolveu a técnica em que óvulos
são fertilizados fora do corpo humano e implantados no útero.

Fonte: Folha.com

Em seis meses, número de casos de dengue caem 99,56%

No Ceará, 2011 já figura como o ano de maior epidemia de dengue em número de casos dos
últimos 25 anos. Os registros foram de 50.593 casos confirmados no boletim epidemiológico da
Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), divulgado na última sexta-feira, 30.

Contudo, ainda de acordo com os dados, a epidemia de dengue que se configurou entre os
meses de fevereiro a maio, apresentou uma redução significativa no número de casos nos
últimos seis meses. Comparado o mês de abril, que apresentou a maior quantidade de casos
de dengue do ano (14. 954), com o mês de setembro, que confirmou 66 casos, houve uma
redução de 99,56%.

O mesmo acontece com os meses posteriores a abril. Em maio de 2011, foram confirmados
7.635 casos, significando uma redução de 48%, em relação ao mês anterior. O mesmo se
repetiu de maio para junho
(2.340), com uma redução de 69% no número. De junho a julho com 850 casos, é possível
verificar uma redução de 63%. Em agosto foram confirmados 365 casos, mostrando uma
diminuição de 57% em relação ao mês anterior. Porém, a maior queda foi registrada em
setembro, como dito inicialmente com 66 casos, podendo registrar uma redução de 81,92% em
relação a agosto.

Em relação à incidência de dengue por município, Fortaleza é a cidade com maior número de
casos confirmados da doença durante o ano, 30.662, o que representa mais de 60% dos
registrados em todo o Estado. Só no mês de setembro dos 66 confirmados, apenas um foi em
Pacajus. O restante ocorreu na Capital. O boletim informa, ainda, que 175 dos 184 municípios
cearenses registraram casos da doença desde janeiro.

Campanhas

De acordo com Arruda Bastos, secretário de saúde do Ceará, a Sesa realizou uma triagem dos
casos em todo o Estado para que as ações fossem reforçadas onde houvesse uma maior
infestação. Diante disso, foram realizadas caravanas em mais de 100 municípios, as equipes
do Programa de Saúde da Família foram capacitadas e matérias educativos, divulgados.

Porém, conforme o secretário, apesar do controle da epidemia os trabalhos de prevenção,
como evitar água parada e vedar caixas d´água, devem continuar até que surja uma
vacina. “Não podemos parar de agir, até porque o mosquito que antes só se manifestava em
água limpa e parada já foi encontrado em lugares com água suja. É importante dizer que a
maioria dos casos de dengue tem o foco dentro da própria casa”, conclui.

Fonte: Diário do Nordeste

Em seis meses, número de casos de dengue caem 99,56%

No Ceará, 2011 já figura como o ano de maior epidemia de dengue em número de casos dos
últimos 25 anos. Os registros foram de 50.593 casos confirmados no boletim epidemiológico da
Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), divulgado na última sexta-feira, 30.

Contudo, ainda de acordo com os dados, a epidemia de dengue que se configurou entre os
meses de fevereiro a maio, apresentou uma redução significativa no número de casos nos
últimos seis meses. Comparado o mês de abril, que apresentou a maior quantidade de casos
de dengue do ano (14. 954), com o mês de setembro, que confirmou 66 casos, houve uma
redução de 99,56%.

O mesmo acontece com os meses posteriores a abril. Em maio de 2011, foram confirmados
7.635 casos, significando uma redução de 48%, em relação ao mês anterior. O mesmo se
repetiu de maio para junho
(2.340), com uma redução de 69% no número. De junho a julho com 850 casos, é possível
verificar uma redução de 63%. Em agosto foram confirmados 365 casos, mostrando uma
diminuição de 57% em relação ao mês anterior. Porém, a maior queda foi registrada em
setembro, como dito inicialmente com 66 casos, podendo registrar uma redução de 81,92% em
relação a agosto.

Em relação à incidência de dengue por município, Fortaleza é a cidade com maior número de
casos confirmados da doença durante o ano, 30.662, o que representa mais de 60% dos
registrados em todo o Estado. Só no mês de setembro dos 66 confirmados, apenas um foi em
Pacajus. O restante ocorreu na Capital. O boletim informa, ainda, que 175 dos 184 municípios
cearenses registraram casos da doença desde janeiro.

Campanhas

De acordo com Arruda Bastos, secretário de saúde do Ceará, a Sesa realizou uma triagem dos
casos em todo o Estado para que as ações fossem reforçadas onde houvesse uma maior
infestação. Diante disso, foram realizadas caravanas em mais de 100 municípios, as equipes
do Programa de Saúde da Família foram capacitadas e matérias educativos, divulgados.

Porém, conforme o secretário, apesar do controle da epidemia os trabalhos de prevenção,
como evitar água parada e vedar caixas d´água, devem continuar até que surja uma
vacina. “Não podemos parar de agir, até porque o mosquito que antes só se manifestava em
água limpa e parada já foi encontrado em lugares com água suja. É importante dizer que a
maioria dos casos de dengue tem o foco dentro da própria casa”, conclui.

Fonte: Diário do Nordeste

Brasil testa polipílula que poderá prevenir doenças cardiovasculares

Uma pílula que reúne quatro remédios para controlar a pressão arterial e o
colesterol e prevenir o entupimento de vasos sanguíneos está sendo testada
em diferentes países, incluindo o Brasil, para reduzir a incidência de doenças
cardiovasculares.

São dois os alvos: pacientes com risco moderado que não têm bons resultados
com dieta e exercícios e pessoas com risco elevado, que já tiveram infarto ou
derrame.

O país já participou da primeira fase do primeiro estudo internacional com a
chamada polipílula.

Os resultados, publicados em maio na revista “PLoS One”, mostraram que a
pílula pode diminuir em 60% o risco de infarto e derrame em pessoas com risco
moderado.

Na pesquisa, esses pacientes tinham idade média de 60 anos, eram obesos e
tinham pressão arterial e colesterol pouco elevados, além de outros fatores de
risco.

“São pessoas que não necessitariam de medicação, mas, infelizmente, boa
parte delas não consegue reduzir o risco com outras medidas”, diz Otávio
Berwanger, cardiologista do HCor (Hospital do Coração) e coordenador da
pesquisa no Brasil.

Ao todo, 378 voluntários participaram do trabalho, que também foi feito na
Índia, na Austrália, na Holanda, na Nova Zelândia e nos Estados Unidos.

A NOVA PESQUISA

A segunda fase do estudo começa em novembro, com pacientes que já tiveram
infarto ou AVC e tomam os remédios separadamente.

No Brasil, a pesquisa envolverá 22 hospitais e 2.000 pessoas em todas as
regiões do país. Além disso, em 2012, o país deve participar da terceira fase
de uma pesquisa já iniciada na Índia, na China e no Canadá. Dessa vez, o
responsável pela pesquisa brasileira será o Instituto Dante Pazzanese de
Cardiologia.

MEDICALIZAÇÃO

De acordo com Luiz Antonio Machado César, presidente da Socesp (Sociedade
de Cardiologia do Estado de São Paulo) e cardiologista do InCor (Instituto do
Coração da USP), a ideia é simplificar e baratear o tratamento.

Berwanger lembra que, hoje, no máximo metade dos pacientes de alto risco
segue o tratamento corretamente. “Se pudermos facilitar a vida do paciente,
mantendo os benefícios dos remédios, com custo menor e maior adesão, será
muito interessante.”

Ele afirma, no entanto, que a ideia não é “medicalizar” a prevenção de quem
tem risco moderado. “A adesão a dieta e exercícios é péssima, apesar de
as mudanças serem fundamentais. Essas pessoas não sentem nada, mas a
tendência é piorar”, afirma.

“Mudar o estilo de vida da população é utopia. Do jeito que a gente montou
nossas cidades e a nossa vida nos grandes centros, essa opção não existe”,
afirma César.

Fonte: Folha.com

Brasil testa polipílula que poderá prevenir doenças cardiovasculares

Uma pílula que reúne quatro remédios para controlar a pressão arterial e o
colesterol e prevenir o entupimento de vasos sanguíneos está sendo testada
em diferentes países, incluindo o Brasil, para reduzir a incidência de doenças
cardiovasculares.

São dois os alvos: pacientes com risco moderado que não têm bons resultados
com dieta e exercícios e pessoas com risco elevado, que já tiveram infarto ou
derrame.

O país já participou da primeira fase do primeiro estudo internacional com a
chamada polipílula.

Os resultados, publicados em maio na revista “PLoS One”, mostraram que a
pílula pode diminuir em 60% o risco de infarto e derrame em pessoas com risco
moderado.

Na pesquisa, esses pacientes tinham idade média de 60 anos, eram obesos e
tinham pressão arterial e colesterol pouco elevados, além de outros fatores de
risco.

“São pessoas que não necessitariam de medicação, mas, infelizmente, boa
parte delas não consegue reduzir o risco com outras medidas”, diz Otávio
Berwanger, cardiologista do HCor (Hospital do Coração) e coordenador da
pesquisa no Brasil.

Ao todo, 378 voluntários participaram do trabalho, que também foi feito na
Índia, na Austrália, na Holanda, na Nova Zelândia e nos Estados Unidos.

A NOVA PESQUISA

A segunda fase do estudo começa em novembro, com pacientes que já tiveram
infarto ou AVC e tomam os remédios separadamente.

No Brasil, a pesquisa envolverá 22 hospitais e 2.000 pessoas em todas as
regiões do país. Além disso, em 2012, o país deve participar da terceira fase
de uma pesquisa já iniciada na Índia, na China e no Canadá. Dessa vez, o
responsável pela pesquisa brasileira será o Instituto Dante Pazzanese de
Cardiologia.

MEDICALIZAÇÃO

De acordo com Luiz Antonio Machado César, presidente da Socesp (Sociedade
de Cardiologia do Estado de São Paulo) e cardiologista do InCor (Instituto do
Coração da USP), a ideia é simplificar e baratear o tratamento.

Berwanger lembra que, hoje, no máximo metade dos pacientes de alto risco
segue o tratamento corretamente. “Se pudermos facilitar a vida do paciente,
mantendo os benefícios dos remédios, com custo menor e maior adesão, será
muito interessante.”

Ele afirma, no entanto, que a ideia não é “medicalizar” a prevenção de quem
tem risco moderado. “A adesão a dieta e exercícios é péssima, apesar de
as mudanças serem fundamentais. Essas pessoas não sentem nada, mas a
tendência é piorar”, afirma.

“Mudar o estilo de vida da população é utopia. Do jeito que a gente montou
nossas cidades e a nossa vida nos grandes centros, essa opção não existe”,
afirma César.

Fonte: Folha.com

Vírus do tipo 1 é responsável por 97,4% dos casos de dengue no Ceará este ano

Reintroduzido no Ceará em 2010, depois de quatro anos sem circular no Estado, o vírus da
dengue sorotipo Den-1 é responsável por 97,4% dos 49.304 casos confirmados da doença em
2011, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira, 23 de setembro,
pela Secretaria da Saúde do Estado. Além do Den-1, circulam este ano no Ceará os sorotipos
Den-3, reintroduzido depois de dois anos, e Den-4, presente no Estado pela primeira vez. O
percentual das amostras isoladas é de 97,4% do Den-1, 1,8% do Den-3 e 0,9% do Den-4.

A dengue tem um comportamento peculiar. O contágio por um dos sorotipos do vírus imuniza o
paciente a esse subtipo, mas não para os demais. Assim, epidemias ocorrem com a renovação
de parcela da população, o que ocorre em cerca de cinco anos, ou pela entrada em circulação
de um novo sorotipo. Em 2010, quando o percentual de isolamento viral foi de 98,06% para o
Den-1, esse sorotipo voltou a circular no Estado pelos municípios de Tauá e Juazeiro do Norte.
Até abril, mês do pico dos casos de dengue, os dois municípios contabilizavam 40,43% de
todos os casos de dengue registrados naquele período do ano passado.

A reintrodução de um sorotipo não ameaça as pessoas por ele infectadas em anos anteriores.
As pessoas que nunca tiveram dengue ou aquelas que tiveram a doença provocada por outro
sorotipo são as mais vulneráveis, como as crianças nascidas depois da última circulação do
sorotipo reintroduzido. Este ano, a maior incidência de dengue é entre crianças de até 9 anos.
De acordo com o boletim da Secretaria da Saúde do Estado, a incidência da doença entre
menores de 1 ano está em 637,1 por 100 mil habitantes, 579,6 na faixa etária de 1 a 4 anos e
630,4 na faixa de 5 a 9 anos.

A introdução e reintrodução de sorotipos, como ocorre este ano no Ceará, aumentam também
os riscos de ocorrência de casos graves da doença. A proporção de casos graves de dengue
aumenta ano a ano. Este ano registra um caso grave para 88 casos de dengue clássica,
número que era de 383 em 2001. É preciso ressalvar que até 2006 só eram contabilizados
como casos graves os registros de dengue hemorrágica, como fazia o Ministério da Saúde.
Em 2007, o Ceará foi o primeiro estado brasileiro a incluir em seu boletim epidemiológico
os casos de dengue com complicação – aqueles que não se enquadram nos critérios de
dengue hemorrágica e quando a classificação de dengue clássica é insatisfatória por causa do
potencial de risco.

Vírus do tipo 1 é responsável por 97,4% dos casos de dengue no Ceará este ano

Reintroduzido no Ceará em 2010, depois de quatro anos sem circular no Estado, o vírus da
dengue sorotipo Den-1 é responsável por 97,4% dos 49.304 casos confirmados da doença em
2011, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira, 23 de setembro,
pela Secretaria da Saúde do Estado. Além do Den-1, circulam este ano no Ceará os sorotipos
Den-3, reintroduzido depois de dois anos, e Den-4, presente no Estado pela primeira vez. O
percentual das amostras isoladas é de 97,4% do Den-1, 1,8% do Den-3 e 0,9% do Den-4.

A dengue tem um comportamento peculiar. O contágio por um dos sorotipos do vírus imuniza o
paciente a esse subtipo, mas não para os demais. Assim, epidemias ocorrem com a renovação
de parcela da população, o que ocorre em cerca de cinco anos, ou pela entrada em circulação
de um novo sorotipo. Em 2010, quando o percentual de isolamento viral foi de 98,06% para o
Den-1, esse sorotipo voltou a circular no Estado pelos municípios de Tauá e Juazeiro do Norte.
Até abril, mês do pico dos casos de dengue, os dois municípios contabilizavam 40,43% de
todos os casos de dengue registrados naquele período do ano passado.

A reintrodução de um sorotipo não ameaça as pessoas por ele infectadas em anos anteriores.
As pessoas que nunca tiveram dengue ou aquelas que tiveram a doença provocada por outro
sorotipo são as mais vulneráveis, como as crianças nascidas depois da última circulação do
sorotipo reintroduzido. Este ano, a maior incidência de dengue é entre crianças de até 9 anos.
De acordo com o boletim da Secretaria da Saúde do Estado, a incidência da doença entre
menores de 1 ano está em 637,1 por 100 mil habitantes, 579,6 na faixa etária de 1 a 4 anos e
630,4 na faixa de 5 a 9 anos.

A introdução e reintrodução de sorotipos, como ocorre este ano no Ceará, aumentam também
os riscos de ocorrência de casos graves da doença. A proporção de casos graves de dengue
aumenta ano a ano. Este ano registra um caso grave para 88 casos de dengue clássica,
número que era de 383 em 2001. É preciso ressalvar que até 2006 só eram contabilizados
como casos graves os registros de dengue hemorrágica, como fazia o Ministério da Saúde.
Em 2007, o Ceará foi o primeiro estado brasileiro a incluir em seu boletim epidemiológico
os casos de dengue com complicação – aqueles que não se enquadram nos critérios de
dengue hemorrágica e quando a classificação de dengue clássica é insatisfatória por causa do
potencial de risco.

Ministério da Saúde lança campanha nacional de doação de órgãos

Índice de doadores e quantidade de transplantes realizados no país apresentam crescimento
em relação a 2010. Meta do governo federal é alcançar taxa de 15 doadores por milhão de
pessoas em 2015

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou na noite de ontem (27), no Teatro Nacional
Cláudio Santoro, em Brasília, campanha nacional para incentivar a doação de órgãos em
todo o país e, com isso, alcançar a meta de 15 doadores Por Milhão de Pessoas em 2015.
Atualmente, este índice é de 11,1.

Com o tema “Seja um doador de órgãos, seja um doador de vidas”, a edição deste ano da
campanha procura conscientizar os brasileiros sobre a importância da doação de órgãos
para transplantes. “O aumento do número de doações impacta diretamente no crescimento
da quantidade de transplantes, beneficiando pacientes que dependem da cirurgia para
sobreviver”, destaca o ministro.

No Brasil, a doação de órgãos é autorizada pela família do doador, sem a necessidade de
um documento assinado pela pessoa que venha a falecer. Atualmente, o país registra uma
taxa de 11,1 doadores por milhão de pessoas – são cerca de duas mil doações por ano, mais
que o dobro da quantidade registrada em 2003 (quando foram contabilizados 893 doadores
efetivos). “Nesta campanha, queremos incentivar a discussão sobre este importante tema
e esclarecer as dúvidas da população, dando mais segurança aos familiares que precisam
decidir no momento em que se perde uma pessoa querida. Cada um deve conversar com seus
entes mais próximos, informando a sua vontade de doar órgãos”, ressalta o ministro Alexandre
Padilha. “Por isso, a participação da população nesta causa é fundamental”, reforça.

Ceará

De janeiro a junho deste ano, o Estado foi classificado como o 3º do Brasil em número de
doadores efetivos por milhão de habitantes, com 16,8 doadores, perdendo apenas para os
estados de Santa Catarina com 25,6 e São Paulo com 20,2. Comparando os últimos cinco
anos, houve um crescimento significativo na média do Estado em número de doadores
efetivos.

Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), em 2007, o Ceará tinha
8,6 doadores por milhão da população; em 2008 era 10,3; no ano de 2009 a média subiu para
11,2; e em 2010 para 14,8 doadores.

Ministério da Saúde lança campanha nacional de doação de órgãos

Índice de doadores e quantidade de transplantes realizados no país apresentam crescimento
em relação a 2010. Meta do governo federal é alcançar taxa de 15 doadores por milhão de
pessoas em 2015

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou na noite de ontem (27), no Teatro Nacional
Cláudio Santoro, em Brasília, campanha nacional para incentivar a doação de órgãos em
todo o país e, com isso, alcançar a meta de 15 doadores Por Milhão de Pessoas em 2015.
Atualmente, este índice é de 11,1.

Com o tema “Seja um doador de órgãos, seja um doador de vidas”, a edição deste ano da
campanha procura conscientizar os brasileiros sobre a importância da doação de órgãos
para transplantes. “O aumento do número de doações impacta diretamente no crescimento
da quantidade de transplantes, beneficiando pacientes que dependem da cirurgia para
sobreviver”, destaca o ministro.

No Brasil, a doação de órgãos é autorizada pela família do doador, sem a necessidade de
um documento assinado pela pessoa que venha a falecer. Atualmente, o país registra uma
taxa de 11,1 doadores por milhão de pessoas – são cerca de duas mil doações por ano, mais
que o dobro da quantidade registrada em 2003 (quando foram contabilizados 893 doadores
efetivos). “Nesta campanha, queremos incentivar a discussão sobre este importante tema
e esclarecer as dúvidas da população, dando mais segurança aos familiares que precisam
decidir no momento em que se perde uma pessoa querida. Cada um deve conversar com seus
entes mais próximos, informando a sua vontade de doar órgãos”, ressalta o ministro Alexandre
Padilha. “Por isso, a participação da população nesta causa é fundamental”, reforça.

Ceará

De janeiro a junho deste ano, o Estado foi classificado como o 3º do Brasil em número de
doadores efetivos por milhão de habitantes, com 16,8 doadores, perdendo apenas para os
estados de Santa Catarina com 25,6 e São Paulo com 20,2. Comparando os últimos cinco
anos, houve um crescimento significativo na média do Estado em número de doadores
efetivos.

Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), em 2007, o Ceará tinha
8,6 doadores por milhão da população; em 2008 era 10,3; no ano de 2009 a média subiu para
11,2; e em 2010 para 14,8 doadores.

Unimed do Nordeste do Ceará
Rua Raimundo Teófilo de Castro, 232 - Centro - Itapipoca
Telefones: (88) 3631-1303