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Há 3 meses 42 municípios não registram nenhum caso de dengue

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira, 7 de outubro, pela Secretaria da Saúde do Estado, setembro terminou com o menor número de municípios com transmissão de dengue se comparado aos meses de setembro dos últimos três anos. 42 municípios cearenses completaram 100 dias sem registros de novos casos de dengue. Em 39 municípios não há transmissão da doença há quatros meses, em 16 há cinco meses, em nove municípios há pelo menos seis meses nenhum caso é registrado. Em sete municípios não houve registro de dengue durante os nove primeiros deste ano – Alcântaras, Meruoca, Pires Ferreira, Cruz, Carnaubal, Deputado Irapuan Pinheiro e Granjeiro.

No ano de 2009, que encerrou com 5.144 casos de dengue, setembro teve 11 municípios com transmissão da doença no mês. Com 13.817 casos da doença no ano, 2010 registrou 46 municípios com transmissão no mês de setembro. Este ano, quando os registros já chegam a 51.382 casos, a transmissão da doença no mês de setembro ocorreu em apenas oito municípios – Fortaleza, Pacajus, Caucaia, São Gonçalo do Amarante, Maracanaú, Baturité, Jaguaribara e Limoeiro do Norte. Do total de casos confirmados no ano, 211 são referentes a setembro, com o início dos sintomas no próprio mês. O número de óbitos em 2011 é de 56 mortes por dengue hemorrágica ou com complicação.

Fonte: Sesa-CE

Há 3 meses 42 municípios não registram nenhum caso de dengue

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira, 7 de outubro, pela Secretaria da Saúde do Estado, setembro terminou com o menor número de municípios com transmissão de dengue se comparado aos meses de setembro dos últimos três anos. 42 municípios cearenses completaram 100 dias sem registros de novos casos de dengue. Em 39 municípios não há transmissão da doença há quatros meses, em 16 há cinco meses, em nove municípios há pelo menos seis meses nenhum caso é registrado. Em sete municípios não houve registro de dengue durante os nove primeiros deste ano – Alcântaras, Meruoca, Pires Ferreira, Cruz, Carnaubal, Deputado Irapuan Pinheiro e Granjeiro.

No ano de 2009, que encerrou com 5.144 casos de dengue, setembro teve 11 municípios com transmissão da doença no mês. Com 13.817 casos da doença no ano, 2010 registrou 46 municípios com transmissão no mês de setembro. Este ano, quando os registros já chegam a 51.382 casos, a transmissão da doença no mês de setembro ocorreu em apenas oito municípios – Fortaleza, Pacajus, Caucaia, São Gonçalo do Amarante, Maracanaú, Baturité, Jaguaribara e Limoeiro do Norte. Do total de casos confirmados no ano, 211 são referentes a setembro, com o início dos sintomas no próprio mês. O número de óbitos em 2011 é de 56 mortes por dengue hemorrágica ou com complicação.

Fonte: Sesa-CE

Senado lança campanha para divulgar obrigatoriedade do teste da orelhinha

O teste da orelhinha, usado para diagnosticar problemas auditivos em bebês, é obrigatório em todos os hospitais e maternidades desde o ano passado. Porém, o Conselho Federal de Fonoaudiologia chama a atenção para o desconhecimento da Lei 12.203, que determina a realização do procedimento. Segundo a entidade, 15 milhões de crianças necessitam de tratamento por falta do diagnóstico precoce.

Para ajudar na divulgação da lei federal, o Senado apresentou hoje (6) uma campanha publicitária com material explicativo impresso, além de um vídeo de 30 segundos. Na ocasião, a presidenta do conselho, Bianca Queiroga, apresentou dados mostrando que de cada 1.000 recém-nascidos, três apresentam algum tipo de problema auditivo. O número de casos no país está na média do que é constatado em outras partes do mundo.

Ela destacou que o diagnóstico de problemas auditivos, com o teste, – se não for feito nos primeiros 28 dias de vida – só ocorrerá aos 3 anos, quando a criança já apresenta uma série de sequelas. No caso do diagnóstico precoce, o tratamento deve ser iniciado até os 3 meses. Para saber se o filho fez o teste antes da alta hospitalar é necessário que os pais verifiquem se há o item triagem auditiva na caderneta de vacinação da criança.

Como no Brasil as obrigatoriedade do exame é recente, ela reconheceu que diversos hospitais ainda não estão devidamente capacitados para o procedimento. Nesses casos, a recomendação do conselho é que as mães procurem locais específicos para que seus filhos sejam “prontamente atendidos”. Além disso, a entidade sugere que se busque orientação nos órgãos competentes.

Fonte: Agência Brasil

Senado lança campanha para divulgar obrigatoriedade do teste da orelhinha

O teste da orelhinha, usado para diagnosticar problemas auditivos em bebês, é obrigatório em todos os hospitais e maternidades desde o ano passado. Porém, o Conselho Federal de Fonoaudiologia chama a atenção para o desconhecimento da Lei 12.203, que determina a realização do procedimento. Segundo a entidade, 15 milhões de crianças necessitam de tratamento por falta do diagnóstico precoce.

Para ajudar na divulgação da lei federal, o Senado apresentou hoje (6) uma campanha publicitária com material explicativo impresso, além de um vídeo de 30 segundos. Na ocasião, a presidenta do conselho, Bianca Queiroga, apresentou dados mostrando que de cada 1.000 recém-nascidos, três apresentam algum tipo de problema auditivo. O número de casos no país está na média do que é constatado em outras partes do mundo.

Ela destacou que o diagnóstico de problemas auditivos, com o teste, – se não for feito nos primeiros 28 dias de vida – só ocorrerá aos 3 anos, quando a criança já apresenta uma série de sequelas. No caso do diagnóstico precoce, o tratamento deve ser iniciado até os 3 meses. Para saber se o filho fez o teste antes da alta hospitalar é necessário que os pais verifiquem se há o item triagem auditiva na caderneta de vacinação da criança.

Como no Brasil as obrigatoriedade do exame é recente, ela reconheceu que diversos hospitais ainda não estão devidamente capacitados para o procedimento. Nesses casos, a recomendação do conselho é que as mães procurem locais específicos para que seus filhos sejam “prontamente atendidos”. Além disso, a entidade sugere que se busque orientação nos órgãos competentes.

Fonte: Agência Brasil

Outubro Rosa: prevenção contra o câncer de mama acontece durante todo o mês

No Ceará, o Outubro Rosa ocorrerá em Fortaleza e outras 30 cidades do interior. Durante todo o mês de outubro, serão realizadas palestras, atos públicos, audiências, manifestações populares, mutirões de serviços, caminhadas e “bicicletadas” em todo o país. Além disso, é realizada a iluminação, em cor rosa, de prédios públicos, monumentos, igrejas, residências, shoppings, serviços de oncologia públicos e privados, entre outros.

Com isso, busca-se chamar a atenção da população para a causa. Os primeiros equipamentos que receberam a iluminação no Brasil foram o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, no dia 04 e o Congresso Nacional, em Brasília, no dia 05. A ação caracteriza o lançamento oficial da Campanha no país, que tem como lema “Lutamos por agilidade e a qualidade no tratamento do câncer de mama: isso é controle social”.

O Instituto do Câncer do Ceará (ICC) preparou uma programação especial de ações a serem realizadas durante este mês, em Fortaleza. No próximo sábado (8), será realizado o Mutirão de Mastologia, promovido com a ajuda do Centro Regional Integrado de Oncologia (CRIO). A ação ocorre na sede do CRIO (Rua Francisco Calaça, 1300 – bairro Álvaro Weyne). No momento, serão disponibilizados atendimentos com mastologistas a partir das 8h da manhã. As vagas são limitadas, por isso, as inscrições para as consultas devem ser feitas com antecedência, por meio dos telefones 3521 1526/ 3521 1530.

Outubro Rosa

O movimento iniciou nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama no mês de outubro. Por isso, o Congresso Americano instituiu outubro o mês nacional (americano) de prevenção à doença, que é a segunda mais frequente entre as mulheres no mundo. O nome faz referência a cor do laço que simboliza mundialmente a luta contra esse tipo de câncer. Fonte: Jangadeiro Online, Portal Vermelho

Outubro Rosa: prevenção contra o câncer de mama acontece durante todo o mês

No Ceará, o Outubro Rosa ocorrerá em Fortaleza e outras 30 cidades do interior. Durante todo o mês de outubro, serão realizadas palestras, atos públicos, audiências, manifestações populares, mutirões de serviços, caminhadas e “bicicletadas” em todo o país. Além disso, é realizada a iluminação, em cor rosa, de prédios públicos, monumentos, igrejas, residências, shoppings, serviços de oncologia públicos e privados, entre outros.

Com isso, busca-se chamar a atenção da população para a causa. Os primeiros equipamentos que receberam a iluminação no Brasil foram o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, no dia 04 e o Congresso Nacional, em Brasília, no dia 05. A ação caracteriza o lançamento oficial da Campanha no país, que tem como lema “Lutamos por agilidade e a qualidade no tratamento do câncer de mama: isso é controle social”.

O Instituto do Câncer do Ceará (ICC) preparou uma programação especial de ações a serem realizadas durante este mês, em Fortaleza. No próximo sábado (8), será realizado o Mutirão de Mastologia, promovido com a ajuda do Centro Regional Integrado de Oncologia (CRIO). A ação ocorre na sede do CRIO (Rua Francisco Calaça, 1300 – bairro Álvaro Weyne). No momento, serão disponibilizados atendimentos com mastologistas a partir das 8h da manhã. As vagas são limitadas, por isso, as inscrições para as consultas devem ser feitas com antecedência, por meio dos telefones 3521 1526/ 3521 1530.

Outubro Rosa

O movimento iniciou nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama no mês de outubro. Por isso, o Congresso Americano instituiu outubro o mês nacional (americano) de prevenção à doença, que é a segunda mais frequente entre as mulheres no mundo. O nome faz referência a cor do laço que simboliza mundialmente a luta contra esse tipo de câncer. Fonte: Jangadeiro Online, Portal Vermelho

Anvisa decide banir do mercado emagrecedores à base de anfetaminas

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu banir do

mercado os remédios para emagrecer à base de anfetaminas e manter o uso dos

derivados de sibutramina com restrições.

O diretor-presidente da Anvisa e relator do processo, Dirceu Barbano, propôs o

banimento dos inibidores de apetite anfetamínicos (anfepramona, femproporex e

mazindol) em todo o país com base em estudos internacionais que constataram

a baixa eficácia desses medicamentos na perda de peso e riscos à segurança do

paciente. Os outros três diretores acompanharam o relator.

Com a decisão, os anfetamínicos, usados há mais de 30 anos no Brasil, estão

proibidos de serem prescritos pelos médicos, fabricados no país e os atuais

registros serão cancelados. As farmácias e drogarias terão dois meses para retirá-

los das prateleiras, conforme Barbano. “Para que os pacientes tenham tempo de

readequar o tratamento”, disse o relator.

Quanto à sibutramina, o relator sugeriu que continua liberado o uso do

medicamento para o tratamento de obesidade desde que o paciente apresente

sobrepeso significativo e não sofra de problemas cardíacos. O paciente e o médico

terão de assinar termo de responsabilidade sobre os riscos à saúde. O uso da

sibutramina ficará sob o monitoramento da vigilância sanitária.

Barbano argumentou que dados mostram que o remédio ajuda a reduzir o peso e

que é possível minimizar os prejuízos à saúde do paciente.

O diretor Agenor Álvares foi o único a discordar do relator. Ele defendeu também

o veto à sibutramina. “Se vários países tiraram [do mercado] com base em

evidências científicas, não podemos ignorar essas evidências. Se eles têm cuidado

com as populações deles, temos também que ter com a nossa. Essa substâncias

devem ser retiradas nos mesmos moldes das outras [anfetamínicos]”, disse o ex-

ministro da Saúde, acrescentando que não existe protocolo clínico no mundo que

recomende o uso do remédio.

A diretora Maria Cecília Brito propôs que a manutenção da sibutramina volte a ser

analisada pela agência dentro de um ou dois anos.

Lançada em fevereiro deste ano, a proposta original da Anvisa era vetar os

emagrecedores, tanto os feitos com anfetamina como aqueles à base de

sibutramina, seguindo o exemplo dos Estados Unidos e da União Europeia. O

principal argumento era que os riscos à saúde oferecidos por esses remédios, como

problemas cardíacos e alterações no sistema nervoso central, superam o benefício

da perda de peso.

Em nove meses de discussão, os técnicos da agência reguladora mudaram de

opinião. No último relatório, os técnicos permaneceram com a posição de vetar os

anfetamínicos, mas decidiram manter a sibutramina, pois há comprovação de que

o último ajuda a reduzir o peso de 5% a 10% em um prazo de quatro semanas. A

Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), formada por especialistas externos

que prestam consultoria à Anvisa, sugeriu o banimento dos dois tipos de inibidores

de apetite por não trazerem benefícios (redução do peso) ao paciente.

A maioria dos diretores seguiu a recomendação da equipe técnica.

A ideia de fechar o cerco a esses remédios foi alvo de reclamações de entidades

médicas. A Anvisa promoveu dois grandes debates públicos, em que a proposta

foi contestada pelos especialistas do setor. Para o Conselho Federal de Medicina

(CFM), os remédios auxiliam no combate à obesidade e, se banidos, reduzem as

possibilidades de tratamento para quem precisa perder peso.

A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) e a Sociedade

Brasileira de Endocrinologia e Metabologia lançaram um abaixo-assinado contra

o banimento dos anorexígenos. Segundo as organizações, quando prescritos de

forma correta, os remédios contribuem para a redução do peso. As entidades

ressaltam que os médicos têm conhecimento das contraindicações.

Fonte: Agência Brasil

Anvisa decide banir do mercado emagrecedores à base de anfetaminas

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu banir do mercado os remédios para emagrecer à base de anfetaminas e manter o uso dos

derivados de sibutramina com restrições. O diretor-presidente da Anvisa e relator do processo, Dirceu Barbano, propôs o banimento dos inibidores de apetite anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol) em todo o país com base em estudos internacionais que constataram a baixa eficácia desses medicamentos na perda de peso e riscos à segurança do paciente. Os outros três diretores acompanharam o relator.

Com a decisão, os anfetamínicos, usados há mais de 30 anos no Brasil, estão proibidos de serem prescritos pelos médicos, fabricados no país e os atuais registros serão cancelados. As farmácias e drogarias terão dois meses para retirá-los das prateleiras, conforme Barbano. “Para que os pacientes tenham tempo de readequar o tratamento”, disse o relator.

Quanto à sibutramina, o relator sugeriu que continua liberado o uso do medicamento para o tratamento de obesidade desde que o paciente apresente sobrepeso significativo e não sofra de problemas cardíacos. O paciente e o médico terão de assinar termo de responsabilidade sobre os riscos à saúde. O uso da sibutramina ficará sob o monitoramento da vigilância sanitária.

Barbano argumentou que dados mostram que o remédio ajuda a reduzir o peso e que é possível minimizar os prejuízos à saúde do paciente. O diretor Agenor Álvares foi o único a discordar do relator. Ele defendeu também o veto à sibutramina. “Se vários países tiraram [do mercado] com base em evidências científicas, não podemos ignorar essas evidências. Se eles têm cuidado com as populações deles, temos também que ter com a nossa. Essa substâncias devem ser retiradas nos mesmos moldes das outras [anfetamínicos]”, disse o ex-ministro da Saúde, acrescentando que não existe protocolo clínico no mundo que recomende o uso do remédio.

A diretora Maria Cecília Brito propôs que a manutenção da sibutramina volte a ser analisada pela agência dentro de um ou dois anos. Lançada em fevereiro deste ano, a proposta original da Anvisa era vetar os emagrecedores, tanto os feitos com anfetamina como aqueles à base de sibutramina, seguindo o exemplo dos Estados Unidos e da União Europeia. O principal argumento era que os riscos à saúde oferecidos por esses remédios, como problemas cardíacos e alterações no sistema nervoso central, superam o benefício da perda de peso.

Em nove meses de discussão, os técnicos da agência reguladora mudaram de opinião. No último relatório, os técnicos permaneceram com a posição de vetar os anfetamínicos, mas decidiram manter a sibutramina, pois há comprovação de que o último ajuda a reduzir o peso de 5% a 10% em um prazo de quatro semanas. A Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), formada por especialistas externos que prestam consultoria à Anvisa, sugeriu o banimento dos dois tipos de inibidores de apetite por não trazerem benefícios (redução do peso) ao paciente. A maioria dos diretores seguiu a recomendação da equipe técnica.

A ideia de fechar o cerco a esses remédios foi alvo de reclamações de entidades médicas. A Anvisa promoveu dois grandes debates públicos, em que a proposta foi contestada pelos especialistas do setor. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), os remédios auxiliam no combate à obesidade e, se banidos, reduzem as possibilidades de tratamento para quem precisa perder peso.

A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia lançaram um abaixo-assinado contra o banimento dos anorexígenos. Segundo as organizações, quando prescritos de forma correta, os remédios contribuem para a redução do peso. As entidades ressaltam que os médicos têm conhecimento das contraindicações.

Fonte: Agência Brasil

 

Anvisa decide hoje se proíbe uso de emagrecedores

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decide hoje (4) se proíbe ou não o uso dos remédios para emagrecer no país. A reunião será realizada pela manhã na sede da agência reguladora, e será aberta ao público. Haverá transmissão pela internet por meio do site da agência. (www.anvisa.gov.br)

A expectativa é pelo banimento dos medicamentos à base de anfetaminas, entre eles a anfepramona, o femproporex e o mazindol. Quanto à sibutramina, muita usada para a perda de peso, não há consenso dentro da agência reguladora. Nas mais de 700 páginas do último relatório sobre o tema, a equipe técnica da Anvisa defende o uso da sibutramina com restrições. A recomendação é para que o medicamento seja indicado para o tratamento de pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 30% e que não sofram de problemas cardíacos. Já a Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), órgão que assessora a Anvisa, propõe o veto ao remédio sob o argumento de que oferece mais riscos que benefícios à saúde.

A proposta original da Anvisa, divulgada em fevereiro deste ano, previa banir os inibidores de apetite, compostos por anfetaminas e sibutramina, do mercado brasileiro. A principal alegação era a de que estudos internacionais mostram que os remédios aumentam os riscos de problemas cardiovasculares e do sistema nervoso central. Vários países, como os Estados Unidos e alguns europeus, já deixaram de usar esses remédios.

Entidades médicas reagiram à proposta. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo, a proibição dos medicamentos reduz as possibilidades de tratamento de pacientes obesos. O CFM defende que a Anvisa torne mais rigorosas a prescrição e a venda desse tipo de medicamento, mas que não venha a bani-lo do mercado.

Fonte: Agência Brasil

 

Anvisa decide hoje se proíbe uso de emagrecedores

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decide hoje (4) se proíbe ou não o uso dos remédios para emagrecer no país. A reunião será realizada pela manhã na sede da agência reguladora, e será aberta ao público. Haverá transmissão pela internet por meio do site da agência. (www.anvisa.gov.br)

A expectativa é pelo banimento dos medicamentos à base de anfetaminas, entre eles a anfepramona, o femproporex e o mazindol. Quanto à sibutramina, muita usada para a perda de peso, não há consenso dentro da agência reguladora. Nas mais de 700 páginas do último relatório sobre o tema, a equipe técnica da Anvisa defende o uso da sibutramina com restrições. A recomendação é para que o medicamento seja indicado para o tratamento de pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 30% e que não sofram de problemas cardíacos. Já a Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), órgão que assessora a Anvisa, propõe o veto ao remédio sob o argumento de que oferece mais riscos que benefícios à saúde.

A proposta original da Anvisa, divulgada em fevereiro deste ano, previa banir os inibidores de apetite, compostos por anfetaminas e sibutramina, do mercado brasileiro. A principal alegação era a de que estudos internacionais mostram que os remédios aumentam os riscos de problemas cardiovasculares e do sistema nervoso central. Vários países, como os Estados Unidos e alguns europeus, já deixaram de usar esses remédios.

Entidades médicas reagiram à proposta. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo, a proibição dos medicamentos reduz as possibilidades de tratamento de pacientes obesos. O CFM defende que a Anvisa torne mais rigorosas a prescrição e a venda desse tipo de medicamento, mas que não venha a bani-lo do mercado.

Fonte: Agência Brasil

 

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